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Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota, na noite de ontem (22), a Fundação Lemann, que financia o projeto.

Pesquisadores desenvolveram um tecido com micropartículas de prata que se mostrou capaz de inativar 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2, vírus responsável por causar a Covid-19, após dois minutos de contato. Segundo os desenvolvedores, a tecnologia deve ser utilizada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

O Brasil completa nesta quarta-feira três semanas com o ritmo de registro de mortes por Covid-19 entrando em estabilização. Quando se considera uma média semanal de óbitos (para descontar os atrasos de notificação dos finais de semana), desde o dia 26 de maio o país está em um patamar médio de 985 vítimas por dia, sem oscilar mais que 6% desse valor.

A aprovação de uma vacina eficaz contra o novo coronavírus é certamente o anúncio mais esperado do ano. A boa notícia é que cada dia que passa, estamos mais perto disso acontecer. Em movimento inédito na história da ciência, seis meses após o início da pandemia, 136 opções de imunizantes estão em desenvolvimento. Entre elas, dez já estão na fase de testes clínicos em humanos.