O tomate cresce bonito nas estufas e é o orgulho de José Luiz Gaspani, que produz tudo no sistema orgânico. A produção é entregue na Cooperativa de Agricultores de Itápolis e recebe R$ 90,00 pela caixa de 20 quilos. Se assumisse a venda sozinho, é bem provável que teria mais dificuldade para distribuir toda a produção.

A cooperativa existe há 11 anos e começou com 5 agricultores como opção para produtores de laranja que enfrentavam uma forte crise no setor. Hoje, são 35 cooperados.

O presidente da Cooperativa, Celso Mazzo, diz que uma das vantagens de ser cooperado é conseguir um maior poder de barganha na hora de vender os produtos no comércio.

Os cooperados produzem tomate, cebola, abobrinha, vagem, berinjela, jiló e chuchu, além de algumas frutas. A cooperativa recebe 20 toneladas de produtos por semana. No ano passado, movimentou R$ 4,5 milhões, quantia que deve aumentar em cerca de R$ 1 milhão este ano.

Cerca de 30% do faturamento da cooperativa vem do tomate. Cada produtor paga uma taxa de 5% sobre o valor comercializado.

As produtoras participam de todo o processo. Elas recebem os produtos que chegam do campo e fazem o processo de higienização e embalagem. Os alimentos vão para a Ceagesp e, de lá, para grandes redes de supermercados.

(Nosso Campo/G1)

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