O ator americano Tom Cruise foi ovacionado por grandes nomes de Hollywood, que se reuniram na noite de domingo (16) para premiá-lo com um Oscar honorário, a primeira estatueta dourada de sua carreira.

"Escrever um discurso de quatro minutos para celebrar os 45 anos de carreira de Tom Cruise é o que se chama nesta cidade de missão impossível", brincou o mexicano Alejandro González Iñárritu, que dirigiu Cruise no filme "Judy", que será lançado em 2026.

Ao som da inconfundível trilha sonora de "Missão Impossível", saga que marcou a carreira do ator americano, Cruise, 63 anos, subiu ao palco do Salão Dolby de Hollywood sob aplausos entusiasmados de colegas como Colin Farrell e Emilio Estévez, com quem já contracenou, assim como do lendário Steven Spielberg, que o dirigiu em "Minority Report" e "Guerra dos Mundos".

Muito emocionado, o astro agradeceu o reconhecimento.

"Meu amor pelo cinema começou desde muito jovem", disse a estrela, que descreveu a tela da sétima arte como o espaço que despertou "uma fome de aventura, uma fome de conhecimento, uma fome de compreender a humanidade, de criar personagens, de contar uma história, de ver o mundo".
"Abriu meus olhos", completou.

Um feirão de emprego oferece 150 vagas em diferentes cidades do interior paulista, a partir do dia 24 de novembro. As vagas são para cargos operacionais destinados a duas unidades de uma usina, que tem unidades nas cidades de Paraguaçu Paulista (SP) e Narandiba (SP).

Para concorrer às vagas, o candidato precisa ser maior de 18 anos e ter ensino fundamental completo. No caso de vaga de motorista, é necessário apresentar CNH categoria C, D ou E. Além disso, os candidatos precisam residir nos municípios de Iepê, Nantes, Taciba, Paraguaçu Paulista ou Quatá.

Segundo a Cocal, as contratações serão feitas de forma imediata. No dia do feirão “Emprega Mais”, os candidatos precisam levar o currículo e os documentos pessoais.

O feirão será realizado das 8h30 às 12h e 16h às 19h em cada cidade (dias e horários abaixo). Confira as áreas disponíveis para homens e mulheres:

Adquirir remédios falsificados e ver o quadro de saúde só piorar pode parecer uma situação vista mais na ficção, como no enredo da novela Três Graças. Mas em países de baixa e média renda, 1 em cada 10 produtos médicos em circulação é falsificado ou subpadronizado (de qualidade inferior), de acordo com os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Como o Brasil é um país de média-alta renda, de acordo com o Banco Mundial, essa estatística não se aplica a nós e não há um ranking de falsificação global. Ainda assim, o tema preocupa órgãos de saúde brasileiros, principalmente quando se trata de medicamentos vendidos pela internet.

Na novela das 21h, a personagem Lígia, vivida por Dira Paes, sofre de uma doença rara chamada hipertensão arterial pulmonar (HAP) e toma medicamentos distribuídos gratuitamente pela Fundação Ferette, comandada por Murilo Benício.

O vilão recebe de laboratórios a doação de remédios verdadeiros, mas os substitui por placebos feitos de farinha, produzidos numa fábrica clandestina que ele mesmo monta. Já os remédios verdadeiros são revendidos no mercado paralelo, por um valor abaixo da tabela e com pagamento em dinheiro vivo.

No Brasil da vida real, produtos mais caros, como canetas emagrecedoras, toxina botulínica e remédios para câncer, estão entre os mais frequentemente encontrados na lista de medicamentos falsificados, segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF). Além da falsificação, muitas vezes, esses produtos também são importados irregularmente ou são objeto de roubo.

Ao ingerir medicamentos falsificados, o paciente – além de não melhorar - pode ter uma piora do quadro de saúde, sofrer intoxicação, interações medicamentosas não esperadas e diversas alterações no organismo, como da pressão arterial e dos níveis de glicose.

As mudanças climáticas e a contaminação por arsênio formam uma combinação perigosa para o arroz, alimento que sustenta metade da população mundial.

Um estudo experimental com modelagem de risco foi publicado na revista The Lancet Planetary Health e revisões recentes foram divulgadas pela Science of the Total Environment.

Esses documentos mostram que o aumento da temperatura, do gás carbônico e do ozônio na atmosfera pode intensificar a liberação de arsênio no solo, elevar sua concentração nos grãos e, ao mesmo tempo, reduzir o teor de proteínas e micronutrientes como ferro e zinco.

O que é o arsênio?
O arsênio é um metaloide naturalmente presente no solo e na água, mas que se torna perigoso em sua forma inorgânica, altamente tóxica. Classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como cancerígeno para humanos, ele pode se acumular em plantações irrigadas com água contaminada — como ocorre nas lavouras de arroz — e entrar na cadeia alimentar por meio dos grãos.

O cenário é mais grave em países asiáticos, onde solos e águas subterrâneas já têm altos níveis de arsênio, mas especialistas ouvidos pelo g1 alertam que o fenômeno exige vigilância também em outras regiões produtoras, inclusive no Brasil.

“Não é um estudo que mede o arroz brasileiro, e sim um alerta mecanístico e de cenário”, explica o endocrinologista Clayton Luiz Dornelles Macedo, do Einstein Hospital Israelita e do Instituto Cohen.

"Os dados mostram o que pode acontecer quando o aquecimento global e a contaminação por arsênio atuam juntos: o grão continua parecido, mas se torna menos nutritivo e potencialmente mais tóxico.”

Clima acelera liberação de metais e empobrece o grão
O estudo indica que o aumento da temperatura do solo estimula a ação de microrganismos que liberam arsênio em áreas alagadas, como as plantações de arroz. O metaloide, altamente tóxico em sua forma inorgânica, é então absorvido pelas raízes e acumulado nos grãos.

O Festival MixBrasil, maior evento cultural LGBT+ da América Latina, que acontece de 12 a 23/11 em diversos espaços culturais da capital paulista, acaba de anunciar a programação da sua 33a edição. Este ano o evento apresenta 142 filmes de 33 países e de 18 estados brasileiros e 1 série Nacional – a maioria inédito em São Paulo – 8 espetáculos teatrais; experiências XR vindas de diversos; artes visuais; literatura; games; conferência, show do Gongo e a grande novidade desta edição, uma Mostra Competitiva de filmes feitos com Inteligência Artificial.

Em 2018, Milton Nascimento lançou dois EPs, Nada será como antes e A festa, em que rebobinou o próprio repertório em registros acústicos feitos a partir de 2007. Juntos, os dois EPs totalizaram 11 gravações. Oito delas reaparecem em Tarde, inédita coletânea acústica que será lançada em LP previsto para chegar às mãos dos compradores em março de 2026.

A novidade da compilação Tarde são as três faixas até então inéditas no mercado fonográfico. Trata-se dos registros acústicos das músicas Fazenda (Nelson Angelo, 1976), Peixinhos do mar (tema tradicional em adaptação de Tavinho Moura, 1980) e Tarde (Milton Nascimento e Marcio Borges, 1969).

 Quatro faixas da coletânea Tarde vieram do EP A festa. São as regravações de A festa (Milton Nascimento, 20203), Beco do Mota (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1969), Cuitelinho (tema tradicional em adaptação de Paulo Vanzolini, 1974) e O cio da terra (Milton Nascimento e Chico Buarque, 1977).

Uma brasileira está por trás de uma das inovações médicas mais promissoras dos últimos anos. A química Lívia Schiavinato Eberlin, professora da Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveu um dispositivo capaz de identificar se um tecido é saudável ou cancerígeno em apenas 10 segundos, já durante a cirurgia.

A tecnologia, batizada de MasSpec Pen, já é chamada de “caneta que detecta câncer”.

Agora, o Einstein Hospital Israelita, em São Paulo, conduz o primeiro estudo clínico fora dos Estados Unidos com o equipamento, em parceria com a Thermo Fisher Scientific, multinacional responsável pelo espectrômetro de massas que viabiliza a leitura molecular do tecido.

Como funciona a tecnologia
A MasSpec Pen é uma caneta conectada a um espectrômetro de massas --um equipamento capaz de identificar as moléculas que compõem uma substância e revelar sua “assinatura química”.

Em termos simples, ele pesa e compara as moléculas do material analisado, mostrando quais estão presentes e em que proporção. É a mesma tecnologia usada em investigações forenses, no controle de qualidade de alimentos e em exames antidoping --agora adaptada para uso médico.

Durante a cirurgia, o médico encosta a ponta da caneta sobre o tecido suspeito. O dispositivo libera uma microgota de água estéril, que permanece em contato com o tecido por alguns segundos. Essa gota extrai moléculas da superfície e é aspirada para o espectrômetro, que analisa sua composição química em tempo real.

O aparelho então identifica o padrão molecular do tecido --algo como uma impressão digital biológica — e mostra na tela se ele é saudável ou cancerígeno.

“É como fazer um café: a água extrai as moléculas da amostra sólida, mas não remove o tecido. A análise é instantânea e não causa nenhum dano”, explica Lívia Eberlin.

O contraste com o padrão atual

Em qualquer cirurgia oncológica, um dos maiores desafios é definir o limite exato do tumor --até onde o cirurgião deve cortar.

O objetivo é remover completamente o tecido doente, evitando deixar células cancerígenas para trás, mas sem retirar mais do que o necessário de tecido saudável, o que pode comprometer órgãos e funções do corpo.

 Esse tecido, em termos simples, é o conjunto de células que forma uma parte do corpo --como um fragmento do pulmão, da tireóide, do fígado ou da mama.

Quando há um tumor, as células cancerígenas se infiltram nesses tecidos e podem invadir áreas vizinhas. Por isso, o médico precisa saber onde termina o câncer e onde começa o tecido saudável --a chamada margem de segurança cirúrgica.

Pesquisadores da Unicamp usaram cascas das amêndoas do cacau e mel de abelhas nativas para desenvolver um produto rico em substâncias antioxidantes, anti-inflamatórias e associadas à saúde cardíaca. Além das características saudáveis, o mel criado pelo estudo ganhou o "inusitado" sabor de chocolate, segundo os pesquisadores.

Pesquisador da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) e primeiro autor do estudo, Felipe Sanchez Bragagnolo aponta que o produto tem potencial para ser usado na indústria alimentícia e na de cosméticos.

O mel de abelhas nativas é usado como solvente comestível para extrair substâncias como cafeína, teobromina - que são estimulantes ligados à saúde cardíaca - e antioxidantes das cascas do cacau. O processo também usa um ultrassom (entenda abaixo).

Na produção de chocolate e outros derivados do cacau, as cascas da amêndoa do fruto costumam ir para o lixo. Por isso, os pesquisadores também apontam que o novo "mel" é uma opção de reaproveitamento desse resíduo.

Bragagnolo afirma que a ideia da pesquisa surgiu da vontade de valorizar alimentos brasileiros. O interesse dele também decorreu da complexidade dos méis de abelhas nativas - que se diferenciam nos aspectos sensoriais, de sabores e suas características.

Os resultados do estudo foram publicados na revista científica ACS Sustainable Chemistry & Engineering em agosto deste ano.

Um avião agrícola, dirigido pelo piloto itapolitano, Guirrão, caiu em uma área rural entre Jaú e Barra Bonita (SP), no fim da tarde desta terça-feira (11). Infelizmente, ele não resistiu ao acidente.

De acordo com a Polícia Militar, a aeronave é de uma empresa terceirizada que prestava serviços para uma usina da região. A queda foi próxima à praça de pedágio da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, a SP-255.

O piloto, único ocupante da aeronave, teve a morte constatada ainda no local. Ainda não se sabe o que ocasionou a queda. A perícia está local.

Equipes da Defesa Civil de Presidente Prudente e Regente Feijó, além do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, foram acionadas e atuaram no resgate das vítimas. Inicialmente, a estimativa era de cerca de 40 pessoas feridas. Às 11h42 deste domingo, a Polícia Civil divulgou informações e lista quase 60 pessoas feridas.

e acordo com a Defesa Civil, três vítimas permanecem internadas, e as demais tiveram ferimentos leves, foram atendidas e liberadas. O homem de 47 anos foi atingido por um galho de árvore, sofreu traumatismo craniano e não resistiu aos ferimentos. Marcelo Giglio de Souza era empresário e morador em Pirapozinho.

A Polícia Civil confirmou a morte e informou que acompanha o caso. A Defesa Civil estadual acompanha o caso desde as primeiras horas da manhã e informou que segue prestando apoio às equipes locais.

Um motorista morreu atropelado pelo próprio caminhão no pátio de um posto de combustíveis nesta sexta-feira (24) em Espírito Santo do Turvo (SP). O acidente foi registrado no km 293 da rodovia Engenheiro João Baptista Cabral Rennó (SP-225).

Segundo o Centro de Controle da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o motorista, que transportava 5 mil litros de etanol, estava descarregando a carga no local e, ao tentar sair, o caminhão apresentou uma falha. A vítima desceu, realizou a manutenção e o motor voltou a funcionar repentinamente.

Apesar do ato de abastecer o carro ser um hábito rotineiro na vida de milhões de brasileiros que dirigem, não é comum que os motoristas prestem atenção ao visor da bomba ou realizem a conta para conferir se o preço cobrado realmente corresponde à quantidade de combustível que entra no tanque.

Criada com o intuito de proteger o consumidor, a bomba antifraude conta com um sistema moderno de criptografia que impede adulterações e manipulações eletrônicas nos postos de combustíveis.

Essa nova tecnologia, que será implementada até 2029 em todo o país, já chegou no interior de SP e, na região de Bauru, 33 postos já adotaram a tecnologia, entre eles um em Pederneiras (SP), totalizando 71 bombas em funcionamento (confira no final da reportagem como verificar).

Segundo o delegado regional do Ipem-SP de Bauru, Gustavo Pinheiro Sanchez, o novo modelo possui assinatura digital criptografada que valida e revalida os dados de abastecimento, garantindo que o volume informado na tela seja exatamente o que é entregue ao consumidor.

Mais uma superlua poderá ser observada no céu de todo o Brasil e do mundo, se as condições climáticas forem favoráveis, nesta próxima quarta-feira (5).

Essa será a segunda e a penúltima superlua do ano.

Esse é um termo que não é muito utlizado por astrônomos, mas na prática significa que a Lua aparecerá maior e mais brilhante do que o normal, já que ela estará próxima ao seu perigeu, o ponto mais próximo da Terra durante sua órbita (entenda mais abaixo).

A melhor visualização será ao anoitecer. De acordo com plataformas especializadas, o horário exato da lua cheia pode variar conforme o fuso de cada região, mas no horário de Brasília ela deve surgir por volta das 18h45 em São Paulo, 18h14 em Belém e 17h28 no Recife, por exemplo.

Para observá-la, não é necessário qualquer equipamento. Pelo contrário, a olho nu, a lua aparecerá maior e mais brilhante no céu.

 

Superluas x luas cheias: qual o critério?

A expressão "superlua" não tem exatamente uma definição astronômica. Um astrólogo inventou essa palavra, que ficou famosa. Foi o Richard Nolle, em 1979.

Por causa disso, alguns sites de astronomia começaram a usá-la. No entanto, como esse não é um conceito importante para o campo, sua definição não é aceita por todos e seus critérios de classificação não são um consenso.

Tecnicamente, o ponto em que a Lua está “cheia” dura apenas um instante. A olho nu, porém, a Lua pode parecer cheia por mais de três dias consecutivos.

Já uma "superlua" ocorre quando a lua cheia acontece próxima ao perigeu (quando ela está mais próxima da Terra), o que resulta em uma lua cheia ligeiramente maior e mais brilhante do que as demais.

"Se a lua cheia ocorre próximo ao perigeu, ela é chamada de superlua. O quão próximo depende da órbita que a Lua segue naquele momento, mas em termos gerais irá equivaler a uma distância menor do que 360.000 km da Terra", explica Helio J. Rocha-Pinto, diretor do Observatório do Valongo da UFRJ.

Morreu, aos 73 anos, em Belo Horizonte, o cantor e compositor Lô Borges, um dos nomes mais importantes da música brasileira. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (3), pela família do artista.

Lô Borges estava internado na Unidade Terapia Intensiva (UTI) desde 17 de outubro. Ele foi hospitalizado devido a uma intoxicação por medicamentos e precisou de ventilação mecânica. No dia 25 de outubro, passou por uma traqueostomia.

Em parceria com Milton Nascimento, Lô foi um dos fundadores do Clube da Esquina.

O mineiro coleciona sucessos atemporais como "Um girassol da cor do seu cabelo", "O trem azul" e "Paisagem da Janela" (leia mais abaixo).

Vida e obra

Sexto filho de uma família de 11 irmãos, Salomão Borges Filho nasceu no bairro Santa Tereza, na Região Leste de Belo Horizonte, e se mudou ainda criança para o Centro da cidade, durante uma obra na casa em que vivia. A mudança temporária transformou, para sempre, a vida de Lô e a música brasileira.

Aos 10 anos, nas escadas do Edifício Levy, na Avenida Amazonas, ele conheceu o vizinho Milton Nascimento.

"Sentei na escadaria, dei de cara com um carinha tocando violão, era o Bituca. Eu tinha 10 (anos), e ele tinha 20. [...] Fiquei vendo o Bituca tocando violão, e ele assim comigo: 'Você gosta de música, né, menino?'", contou Lô Borges em entrevista ao programa Conversa com Bial, em 2023.

A moradia no centro ainda rendeu outro encontro.

"Dois meses depois, ao acaso também, andando pelas ruas do Centro de BH, eu conheci o Beto Guedes, que também tinha 10 anos, andando numa patinete. Eu fiquei encantado pela patinete, abordei o cara, o cara era Beto Guedes", disse.

Clube da Esquina

A família Borges voltou a morar no Santa Tereza, e Lô, já mais velho, seguiu os passos dos irmãos e tomou gosto pela música nas ruas do bairro boêmio.

Milton Nascimento, que já não era mais vizinho, continuava frequentando a casa da família Borges.

"Tocou a campainha lá na casa da minha mãe, era o Milton Nascimento falando: 'Cadê o Lô?'. 'Ah, o Lô tá na esquina, num lugar que eles chamam de 'clube da esquina', ele está lá'. Aí o Bituca veio com o violãozinho dele, comecei a mostrar a harmonia que eu estava fazendo, era uma harmonia do Clube da Esquina, ele começou a fazer a melodia, e aí a gente fez a parceria Clube da Esquina. E na época ele já era famoso, eu era anônimo", contou Lô Borges.

E foi nas esquinas das ruas Divinópolis com Paraisópolis que músicas conhecidas mundo afora foram escritas. O Clube da Esquina se transformou em movimento musical e, em 1972, virou o nome do disco que foi considerado, mais de 50 anos depois, o maior álbum brasileiro de todos os tempos.

O disco também foi eleito o nono melhor de todos os tempos de todo o mundo no ranking da revista norte-americana "Paste Magazine", que listou 300 discos icônicos da história da música mundial.

No mesmo ano em que assinou o álbum Clube da Esquina, Lô Borges gravou e lançou o primeiro disco solo, o Disco do Tênis.

Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram uma cepa de fungo capaz de enganar e matar mosquitos transmissores de doenças como dengue, malária e zika.

O microrganismo, do gênero Metarhizium, foi geneticamente modificado para liberar um composto de aroma adocicado semelhante ao das flores — atraindo os insetos antes de eliminá-los.

A descoberta, publicada na sexta-feira (24) na revista Nature Microbiology, oferece uma alternativa biológica aos pesticidas químicos, que vêm perdendo eficácia devido à resistência dos mosquitos.

Perfume mortal
O segredo do novo fungo está em uma substância chamada longifolene, um composto natural de odor doce usado inclusive em perfumes humanos.

Ao ser liberado, o cheiro atrai mosquitos adultos em busca de néctar — fonte de energia essencial para eles.

"Depois de observarmos que certos fungos conseguiam enganar os mosquitos, percebemos que poderíamos turbinar a atração modificando-os para produzir mais longifolene”, explica Raymond St. Leger, coautor do estudo e pesquisador emérito da Universidade de Maryland.

O cenário na represa Jaguari-Jacareí, em Piracaia (SP), é o retrato da crise hídrica que obrigou o governo do Estado de São Paulo a adotar um plano de contingência para tentar evitar desabastecimento. Há pouco mais de dois anos, em agosto de 2023, as pilastras de uma ponte estavam cobertas por água. No último fim de semana, a estrutura de 15 metros de altura estava completamente exposta.

A represa é uma das cinco que compõe o Sistema Cantareira , que hoje está com o nível a 23,8%, bem abaixo do ideal. A Grande São Paulo é abastecida por sete grandes reservatórios de água e, um dos principais, é o Cantareira.

Atualmente, o nível geral das represas está em 28,7% da capacidade total, o menor patamar desde a crise de 2014 e 2015. Este é o terceiro ano consecutivo com chuvas abaixo da média em São Paulo.

Pesquisadores brasileiros da Universidade Federal de Roraima revelaram um achado inédito sobre dinossauros na Amazônia brasileira.

Pegadas de dinossauro estão fossilizadas em rocha e possuem diferentes tamanhos e formatos. E só foram notadas em 2011, quando um professor de geologia desconfiou de um padrão nas rochas.

"Eu vi um lajedo, que é tipo um afloramento de arenito, na altura de uns 50 centímetros a 1 metro, que não estava nos mapas. Mas eu posso te falar que aqueles dinossauros gigantes, de mais de 10 metros de altura, a gente achou pegadas, até pegadas pequenas dos velociraptors", contou Vladimir de Souza, professor de geologia e pesquisador.

Foram 14 anos de pesquisa liderada pela Universidade Federal de Roraima até a confirmação de que as crateras eram pegadas de dinossauros.

O estudo estima que os dinossauros habitaram a região há 110 milhões de anos. Hoje, a área é ocupada por comunidades indígenas e propriedades rurais na cidade de Bonfim, em Roraima, quase na fronteira entre Brasil e Guiana.

Seis gêneros de dinossauros foram identificados no norte de Roraima. Mas os pesquisadores acreditam que, na região, viveram dinossauros de mais de 20 gêneros diferentes.

O furacão Melissa evoluiu para a categoria 5 nesta segunda-feira (27) no mar do Caribe e ameaça países da região com ventos de até 260 km/h. O fenômeno natural se aproxima da Jamaica, que evacuou moradores por todo o país.

"Melissa agora é um furacão de categoria 5. Ventos destrutivos, marés de tempestade e inundações catastróficas vão piorar na Jamaica ao longo do dia e durante a noite", afirmou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos em boletim divulgado às 6h do horário de Brasília.

O furacão deve tocar o solo na Jamaica na madrugada de terça-feira, e horas depois subir para Cuba, e seguir para as Bahamas até quarta-feira. O furacão estava localizado a cerca de 205 quilômetros ao sul-sudoeste de Kingston, na Jamaica, e a aproximadamente 505 quilômetros ao sudoeste de Guantánamo, em Cuba, informou o NHC em seu boletim das 6h.

O furacão apresentava ventos máximos sustentados de 260 km/h e se deslocava para oeste a 6 km/h, segundo o NHC. Categoria 5 é o nível mais alto na escala Saffir-Simpson, com ventos sustentados acima de 252 km/h. O fenômeno natural evoluiu rapidamente para a categoria máxima —tornou-se um furacão ainda no sábado.

Melissa é o furacão mais forte da história recente a atingir diretamente a Jamaica e deve despejar até 76 centímetros de chuva e causar uma maré de tempestade que apresenta riscos à vida. O governo jamaicano ordenou evacuações obrigatórias para moradores da capital Kingston, Porto Real e outras áreas da ilha para 900 abrigos disponibilizados à população. Os dois aeroportos internacionais do país foram fechados no domingo.

Anitta, Gilberto Gil, Seu Jorge, Kylie Minogue e Shawn Mendes vão se apresentar na cerimônia do Earthshot Prize 2025, no dia 5 de novembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Organizado pelo Príncipe William, o prêmio celebra pessoas e iniciativas em prol do meio ambiente. O Earthshot é considerado o “Oscar da sustentabilidade”. O evento será transmitido a partir das 20h30, no Multishow e no Globoplay. Além disso, os destaques serão exibidos na TV Globo no dia 7 de novembro, logo após o Globo Repórter.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveu um sensor ecológico e de baixo custo capaz de identificar a presença de nitrito de sódio (NaNO₂) em bebidas como água mineral, suco de laranja e vinho.

O uso dessa substância é proibido em bebidas no Brasil e na maioria dos países, porque, em quantidades elevadas, o nitrito pode gerar nitrosaminas, compostos associados ao risco de câncer.

O estudo, liderado por Bruno Campos Janegitz, do Laboratório de Sensores, Nanomedicina e Materiais Nanoestruturados (LSNano) da UFSCar, foi publicado no periódico científico Microchimica Acta.

“O risco associado ao nitrito nos motivou a desenvolver uma forma simples, rápida e acessível de detectar o composto e garantir a segurança do consumo dos líquidos”, afirma o pesquisador.

Um levantamento feito pelo Corpo de Bombeiros de Bauru (SP) revelou que foram atendidas cerca de 2 mil ocorrências envolvendo animais silvestres em áreas urbanas da cidade apenas em 2025.

No contexto de queimadas e da estiagem que atingiram a região em setembro e no início de outubro, casos como o de uma onça-parda resgatada em um supermercado de Cafelândia (SP) e um tamanduá-mirim fazendo "rapel" em Garça (SP) mostram que encontros com espécies nativas têm se tornado cada vez mais comuns na região.

Segundo a diretora do Zoológico Municipal de Bauru, Samantha Pereira, o aumento dessas aparições está diretamente ligado à diminuição do habitat natural e ao avanço das moradias sobre áreas de mata.

"Quando tem uma intervenção humana e há essa fragmentação das florestas, é natural os animais se deslocarem para buscarem abrigo, parceiro para reprodução e alimento. Eles acabam se deslocando a centros urbanos, a regiões de condomínio que estão próximas a essas áreas de mata", explicou a especialista, em entrevista ao TEM Notícias.
"Muitas vezes eles se perdem, não conseguem retornar à mata nativa deles e vão buscar abrigo em residências, em quintais, em áreas de jardins."

O corpo de Angélica Cecília de Almeida Santos, de 30 anos, que estava desaparecida desde o dia 17 de outubro, foi encontrado nesta quarta-feira (22) no Rio Pardo em Ourinhos (SP). As buscas pela mulher mobilizaram equipes das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil.

Câmeras de segurança registraram Angélica caminhando pela rua Ângelo Sedassari, no bairro Vila Boa Esperança, onde mora. Foi a última vez que ela foi vista.

Na segunda-feira (20), cães farejadores identificaram que ela teria entrado no Rio Pardo e, desde então, as equipes realizavam buscas para tentar localizá-la.

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