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Golpistas se aproveitaram da onda de fake news envolvendo o PIX, em janeiro, para fazer mais de 1.770 anúncios fraudulentos nas plataformas da Meta (dona de WhatsApp, Facebook e Instagram).

A informação foi divulgada pelo NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nesta quinta-feira (6).

O estudo focou no período entre 10 e 21 de janeiro, logo depois de a Receita Federar ampliar normas de fiscalização envolvendo o PIX, um ato que foi alvo de uma enxurrada de mentiras nas redes sociais e acabou revogado pelo governo.

Golpistas fizeram uso dessa onda de desinformação sobre o PIX para convencer vítimas a receberem supostas quantias em dinheiro que, segundo esses criminosos, poderiam ser alvos do governo.

Cerca de 40% das postagens levavam a páginas falsas que tentavam se passar por sites de instituições públicas e também continham logomarcas de órgãos como a Caixa e o Banco Central.

Segundo o NetLab, 70% dessas postagens continham alguma adulteração feita com inteligência artificial, incluindo vídeos manipulados de políticos e jornalistas.

Os conteúdos fraudulentos foram feitos por 151 anunciantes e, ao todo, davam links para 87 sites.

Todas as regiões da cidade de São Paulo, incluindo a Zona Leste que tem bairros alagados há mais de 5 dias, entraram em estado de atenção na tarde desta quinta-feira (6), segundo informações do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura.

O primeiro estado de atenção foi decretado por volta de 18h30.

Moradores receberam alerta de chuva severa da Defesa Civil do estado sobre risco de alagamentos e enxurradas.

Segundo a Enel, por volta de 20h, mais de 142 mil imóveis estavam sem energia elétrica em São Paulo.

Um vídeo que viralizou na internet mostra uma gigantesca teia com dezenas de aranhas em São Tomé das Letras (MG), despertando curiosidade e até medo entre os internautas. Apesar de ser uma cena impressionante, não se trata de uma "chuva de aranhas", mas, sim, de uma “teia coletiva”. Segundo especialistas, este seria um comportamento comum da espécie Parawixia bistriata. (entenda abaixo)

As imagens foram gravadas no dia 27 de dezembro, por volta das 18h, horário em que as aranhas saem para tecer as teias. A repercussão alcançou inclusive outros países e, até esta quinta-feira (6), a publicação somava 264 mil visualizações e 11,5 mil curtidas.

Cláudio Maurício Vieira, coordenador da Divisão de Artrópodes do Instituto Vital Brazil, desmistifica o fenômeno, afirmando que o que aparece no vídeo é, na verdade, uma teia coletiva construída por um grande número de aranhas.

"Algumas espécies de aranhas constroem essas teias gigantes, que podem ser usadas de forma coletiva ao longo do ano ou em períodos específicos. Esse comportamento é uma estratégia para capturar grandes quantidades de alimento ou facilitar a reprodução", explicou Vieira em vídeo publicado pelo instituto.

 A espécie Parawixia bistriata é comum e inofensiva. Geralmente vive no Cerrado brasileiro, mas também é encontrada na Amazônia, Nordeste e Sudeste do Brasil. Fora do país, há registros na América Central.

Semelhante ao que aconteceu em janeiro, o mês de fevereiro, que começou neste sábado, terá tempo abafado e muita instabilidade. E essa deve ser a tendência para todo o mês em grande parte do país, segundo os meteorologistas.

De acordo com a Climatempo, a previsão é de chuvas acima da média em quase todo Brasil e um calor abaixo do esperado para esse período do ano (veja mais detalhes abaixo).

Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo, destaca que, assim como janeiro e como o previsto para todo o verão, o clima em fevereiro deve ser muito diferente do observado nos últimos anos. Isso acontece principalmente pela ausência do El Niño e pela influência, mesmo que fraca, do fenômeno La Niña.

 O La Niña tem o efeito inverso do El Niño e ocorre quando há o resfriamento da faixa Equatorial Central e Centro-Leste do Oceano Pacífico. Ele é estabelecido quando há uma diminuição igual ou maior a 0,5°C nas águas do oceano.

Para o Brasil, os efeitos clássicos do La Niña são:

Aumento de chuvas no Norte e no Nordeste;
Tempo seco no Centro-Sul, com chuvas mais irregulares;
Tendência de tempo mais seco no Sul;
Condição mais favorável para a entrada de massas de ar frio no Brasil, gerando maior variação térmica.

Fevereiro chuvoso
Diferentemente dos últimos verões, a tendência é de um fevereiro com muita chuva. Luengo destaca que os primeiros dias do mês devem ser ainda de muitos temporais por causa da atuação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) no país.

A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) se caracteriza por uma extensa faixa de nuvens que normalmente vai do Norte ao Sudeste. O sistema é responsável por manter o tempo instável nessas regiões, gerando acumulados consideráveis de chuva.

A partir do dia 5, o que predominam são as chuvas mais isoladas e a forte influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) no Norte e Nordeste do país – algo que deve estar presente ao longo de todo o mês.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é um encontro de ventos na região do Equador. É dos principais sistemas meteorológicos causadores de chuva em parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, segundo o Inmet.

"Grande parte do Norte e do Nordeste devem ter chuva acima da média. [...] Os tons mais escuros entre Norte e Sudeste indicam as possíveis formações de ZCAS, principalmente no início e no fim do mês", comenta Luengo.

O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, em inglês), agência responsável pela investigação de acidentes aéreos dos EUA, disse nesta quinta-feira (30) que encontrou as caixas-pretas do Bombardier CRJ700 da American Airlines, que colidiu com um helicóptero militar e caiu em Washington.

Segundo os investigadores, foram retirados do rio Potomac tanto o gravador de voz do cockpit quanto o gravador de dados de voo. Os equipamentos seguem agora para o laboratório do NTSB para avaliação.

As caixas pretas dos aviões são essenciais para ajudar a elucidar as causas de desastres aéreos e, assim, auxiliar na prevenção deles. Por exemplo: as caixas pretas do voo 447 da AirFrance, que caiu no Atlântico em 2009, puderam ser localizadas quase dois anos depois da queda da aeronave que fazia o trajeto Rio-Paris.

A China está transformando o deserto de Kubuqi, na Mongólia Interior (região autônoma ao norte do país), com um projeto ambicioso que mistura energia limpa e recuperação ambiental.

O local, antes conhecido como "mar da morte" por suas dunas áridas e ausência de vida, agora abriga um enorme complexo de painéis solares.

Apelidada de "Grande Muralha Solar", a iniciativa faz parte de um plano nacional para abastecer a capital Pequim e outras áreas urbanas com energia sustentável.

A meta é gigantesca: até 2030, o complexo terá 400 quilômetros de comprimento, 5 quilômetros de largura e será capaz de produzir até 100 gigawatts de energia.

 Até agora, já foram instalados cerca de 5,4 gigawatts, o equivalente a uma pequena cidade de médio porte em consumo energético.

O clima ensolarado, o terreno plano e a proximidade de centros industriais tornam Kubuqi uma região ideal para a começo da iniciativa.

As placas solares estão sendo montadas em faixas próximas ao rio Amarelo, também conhecido como Huang He ou Huang Ho (o segundo mais longo rio da China e o 6.º maior do mundo) entre as cidades de Baotou e Bayannur.

O Shopping Iguatemi de Ribeirão Preto está, desde segunda-feira (20), com uma experiência gratuita da Disney+ que reúne grandes marcas da cultura pop em atividades interativas e imersivas.

A atração acontece até o dia 20 de fevereiro, e reúne áreas temáticas inspiradas em marcas da The Walt Disney Company, como por exemplo, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, Star e ESPN – veja abaixo.

A experiência combina tecnologia, desafios e diversão em uma jornada de aproximadamente 30 minutos.

Espaços interativos e temáticos
Na área de Star Wars, por exemplo, os visitantes poderão testar a mira enfrentando alvos flutuantes. No universo Marvel, é possível ajudar Loki em uma missão de “viagem no tempo”.

 Já na área Disney, os encantos ganham vida no espaço inspirado no filme “Wish”, onde o desafio é guiar bolhas de desejos até os recipientes mágicos. A Pixar também surpreende com uma atividade baseada no filme “Elementos”, que desafia a habilidade dos participantes em equilibrar objetos durante o percurso.

Os impactos das fortes chuvas que atingem o litoral de Santa Catarina causaram a abertura de uma cratera na BR-101, na altura do quilômetro 181 que corta a cidade de Biguaçu, na Grande Florianópolis. O trecho foi totalmente interditado na madrugada desta sexta-feira (17) e não há previsão de reabertura.

Um motociclista que tentou atravessar o trecho que já estava bloqueado teve o veículo engolido pelo buraco. O homem não se feriu, e o veículo foi retirado no início da manhã.

Equipes da concessionária responsável pelo trecho atuam na limpeza da via. Confira as alterações de trânsito e desvios na região:

Sentido Porto Alegre

Trecho afetado: do km 180 ao km 181;
Situação: bloqueio total no km 181;
Desvio: o desvio está sendo realizado pelo km 176.

Sentido Curitiba

Trecho afetado: do km 184 ao km 181;
Situação: bloqueio total no km 181;
Desvio: o desvio está sendo feito pelo km 218.
Motoristas podem optar pelo Contorno de Florianópolis como rota alternativa para evitar os trechos com maior congestionamento.

Chuvas em Santa Catarina

Cidades do Litoral Norte e da Grande Florianópolis sofrem desde a quinta-feira (17) com fortes chuvas que superaram os 200 milímetros em quase todas as duas regiões, que concentram cidades importantes como a capital, Balneário Camboriú, Itajaí, Camboriú, Itapema, Tijucas e Governador Celso Ramos.

O maior incêndio da história de Los Angeles transformou bairros inteiros em cinzas. Há centenas de desabrigados.

Entre eles, alguns brasileiros. Um homem que perdeu a casa e não quer se identificar conta o que viveu. Ele voltou ao lugar onde vivia para tentar salvar alguma coisa. "Venho aqui com uma pá, duas luvas, para tentar desenterrar alguma memória", diz.

O homem morava em Pacific Palisades, uma das regiões mais atingidas. "Nós saímos e inesperadamente nunca mais pudemos voltar", afirma.

"Com uma mangueira, a gente tentou extinguir o fogo. Só que o fogo espalhou muito rapidamente e, infelizmente, pela extensão da gravidade dessa queimada, o bombeiro que estava parado na frente da minha casa estava sem água. Foi muito triste", contou.

 Uma TV local registrou o momento em que uma brasileira fugia. Marisa trabalha como babá nos EUA.

"A polícia bateu no meu carro e disse: 'Sai daqui, se não vamos morrer queimados'", conta ela.

Mais de 6 mil km separam o Brasil da Namíbia, através do Oceano Atlântico. Contudo, a descoberta de petróleo na costa do país africano é vista com animação por aqui. Como a América do Sul e a África estiveram unidas há 115 milhões de anos, os continentes compartilham semelhanças geológicas que indicam a possibilidade da presença do combustível na Região Sul, mais precisamente na Bacia de Pelotas, entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

 Contexto: nos últimos anos, a Namíbia fez uma série de descobertas de petróleo. As estimativas são de que a costa do país tenha jazidas superiores a 10 bilhões de barris. As descobertas mais recentes aconteceram nos últimos oito anos, fazendo com que o interesse pela Bacia de Pelotas reacendesse devido à semelhança geológica entre ambas as regiões no passado.

Ainda não há a confirmação de que, de fato, exista petróleo na região. Mas as perspectivas coincidem com a busca de um "sucessor do pré-sal".

Na Bacia d Pelotas, especialistas preveem uma extração de petróleo semelhante à da Namíbia. Mas isso só deve acontecer caso todos os testes exploratórios, licenças ambientais e outros processos forem feitos com sucesso. Esse procedimento pode levar até o início da década de 2030. (Veja esses detalhes mais abaixo)

 O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Rodolfo Saboia, explica que o Brasil espera aumentar sua produção de petróleo até 2030, quando os níveis dos campos do pré-sal tenderão a cair. Nesse cenário, a Bacia de Pelotas se tornaria importante para a segurança energética do país.

"Grande parte da produção vem das bacias de pré-sal, e lá essa produção tende a cair, a declinar a partir de 2030. Então, a partir daí, o Brasil tem que fazer a seguinte escolha: ou ele busca as chamadas novas fronteiras, ou se torna importador de petróleo novamente. E entre essas novas fronteiras que nós vislumbramos, hoje existem duas grandes possibilidades: a famosa Margem Equatorial e a Bacia de Pelotas", diz Saboia.


1. O que a Namíbia tem a ver com isso?

Há cerca de 225 milhões de anos, todos os continentes que conhecemos hoje faziam parte de uma única massa terrestre: o supercontinente Pangeia

Há aproximadamente 180 milhões de anos, começou o processo de fragmentação da Pangeia, que deu origem a outros supercontinentes: Gondwana e Laurásia

Ou seja, a África e a costa da América do Sul compartilhavam a mesma geologia

Conforme o tempo passa, o supercontinente continua a se separar por causa do movimento das placas tectônicas

Por conta da descoberta recente no país africano e a similaridade geológica, o interesse pela Bacia de Pelotas voltou a crescer

Desta forma, especialistas acreditam que a Bacia de Pelotas tenha potencial de aumentar muito as reservas de petróleo num futuro próximo

 O professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Juliano Kuchle explica que a região da Namíbia tem "depósitos arenosos marinhos profundos" - formações sedimentares encontradas no fundo dos oceanos, compostas principalmente por areia.

Até cerca de uma década atrás, não havia indicativos da presença de petróleo na costa da Namíbia. Contudo, nos últimos anos, "foram descobertos reservatórios de petróleo de grande porte em camadas de rocha que datam entre 125 e 110 milhões de anos atrás", relata Kuchle.

Na mesma época em que essas camadas de rocha se formaram, o Sul do Brasil e o Uruguai estavam "colados" na Namíbia.

"Os continentes se separaram entre 115 e 120 milhões de anos atrás. O Gondwana – que era América do Sul, África, Austrália e Índia – estava todo junto. A separação abre um oceano, o Atlântico", conta Kuchle.

Ou seja, o mesmo nível de camadas de rocha que existe na Namíbia também existe por aqui.

"São ótimos reservatórios, muito semelhantes aos descobertos na Namíbia", comenta o professor.
As reservas da Namíbia resultaram nos campos de petróleo Graff, Rona, Jonker, Venus e Saturn Superfan, cujo volume pode ultrapassar 10 bilhões de barris, segundo estimativas. A partir dessas descobertas, reacendeu o interesse sobre a Bacia de Pelotas.

 "O que aconteceu? Uma bacia que sempre foi esquecida, com baixo grau de interesse, virou a sensação do Brasil", diz o professor da UFRGS.

2. Afinal, tem petróleo em Pelotas?
Ainda não se sabe. A eventual quantidade de petróleo na Bacia de Pelotas depende de estudos ainda em andamento. A região tem 44 blocos que são atualmente explorados pela Petrobras, a britânica Shell, a chinesa CNOOC e a americana Chevron.

"O que vai dar a palavra final é justamente o resultado dessa fase exploratória, de perfurações, de campanhas de perfuração que vão revelar o potencial confirmado de petróleo existente lá", afirma o diretor da ANP, Rodolfo Saboia.

Com base no que se observa na Namíbia, a expectativa é de que a Bacia de Pelotas também tenha grandes volumes de petróleo.

"Podem ser campos grandes. Podemos ter óleo de boa qualidade, dadas as indicações que vêm da Namíbia", analisa Kuchle.

3. Onde fica a Bacia de Pelotas?

Uma bacia de petróleo é uma região geológica onde grandes quantidades de petróleo e gás natural se acumulam. Essas bacias são formadas ao longo de milhões de anos através de processos geológicos complexos, incluindo a deposição de sedimentos orgânicos.

Por muitos anos, a Bacia de Campos, entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, foi a principal fonte de produção de petróleo do Brasil. Com o pré-sal, a Bacia de Santos, entre o Rio de Janeiro e Santa Catarina, obteve destaque.

A Bacia de Pelotas fica entre o extremo sul do Rio Grande do Sul, nos municípios de Chuí e Santa Vitória do Palmar, e o litoral sul de Santa Catarina. Ou seja, ela se estende por toda a costa gaúcha e o sul do litoral catarinense. Ao norte, ela se limita com a Bacia de Santos. Ao sul, faz "fronteira" com a Bacia de Punta del Este, no Uruguai.

Ao longo da história, foram feitas 19 perfurações de poços na Bacia de Pelotas. No entanto, nunca se encontrou petróleo na região.

"O último [poço] a ter sido perfurado foi em 2001. Os geólogos de petróleo buscavam um modelo que fosse semelhante ao que se encontrava em Campos, em Santos, em Espírito Santo. E aqui não tem a mesma coisa. Por isso, furava e não achava", comenta Juliano Kuchle.

 Novas pesquisas começaram a ser feitas em 2008, acentuadas nos últimos anos após a descoberta na África.

Os blocos da bacia ficam de 100 a 300 km da costa. A profundidade pode chegar a seis ou sete mil metros – de mar e rocha –, afirma Kuchle.

Uma pergunta que não para de ser feita pelos moradores de Tupã neste começo do ano: quem é o novo milionário da cidade de pouco mais de 60 mil habitantes? Uma das 8 apostas vencedoras da Mega da Virada saiu de uma das três lotéricas da cidade.

O sortudo, sortuda ou até sortudos do município que fica no interior de SP vai dividir o maior prêmio da história do concurso especial da loteria - R$ 635.486.165,38.

As dezenas sorteadas na Mega da Virada foram: 01- 17- 19- 29- 50- 57.

 O que se sabe oficialmente é que foi uma aposta individual. Mas isso não quer dizer que a aposta individual não tenha sido feita por um grupo de pessoas. É o que muitos moradores da cidade acham que tenha acontecido e que na verdade não se trata de apenas um milionário, mas vários deles.

O prêmio que nunca veio: há 30 anos, bolão de amigos acertava os números da 'Mega', mas levava 'golpe' de funcionário de lotérica

O empresário Victor Fernandes, de Ribeirão Preto (SP), recentemente teve uma surpresa nada agradável enquanto voltava de uma viagem de trabalho, quando ficou parado na rodovia por problemas na bateria do carro. Para não ter problemas nos 380 quilômetros que percorrerá até o litoral paulista nos próximos dias, ele decidiu não contar com a sorte e levou o carro para uma revisão preventiva.

"Acho que a parte mais fundamental é a revisão preventiva do carro. Você tendo a segurança do seu veículo, a sua viagem é concluída com sucesso", diz.

Por problemas assim, a Arteris ViaPaulista registrou 19,3 mil ocorrências, o que corresponde a 42% de todos os atendimentos realizados pela concessionária nas rodovias da região de Ribeirão Preto entre janeiro e outubro deste ano. Pneu furado e pane seca, causada por falta de combustível, responderam por 8% e 6% dos chamados.