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Líderes de diversos países do mundo assinaram nesta segunda-feira (13), no Egito, um acordo para oficializar o cessar-fogo da guerra na Faixa de Gaza, sugerido pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. Mas os dois lados do conflito – Israel e o grupo terrorista Hamas – não estiveram presentes.

Trump sinalizou que a primeira fase do acordo está concluída e que a partir de agora começa uma nova fase, que debaterá a reconstrução de Gaza e a governança local, entre outros aspectos.

Chamado de "cúpula da paz em Gaza", o encontro ocorreu na cidade egípcia de Sharm El-Sheik. O documento foi assinado pelo próprio Trump e pelos presidentes Abdul al-Sisi (Egito) e Recep Tayyip Erdogan (Turquia), além do emir Tamim bin Hamad Al Thani (Catar) – essas três nações atuaram como mediadoras das tratativas.

A assinatura ocorreu horas após o Hamas ter libertado os 20 últimos reféns israelenses que ainda estavam sob seu poder em Gaza.

"Juntos, conseguimos fazer o que todos disseram que era impossível. As pessoas não acreditariam que conseguiríamos a paz no Oriente Médio [...]. Agora, a reconstrução [de Gaza] começa", afirmou Trump nesta segunda.
Com participação de mais de 20 líderes mundiais (veja nomes abaixo), a cúpula tem como objetivo conduzir uma segunda etapa de negociações do plano de paz, apresentado no fim de setembro por Trump e iniciado efetivamente na semana passada, após aprovação de negociadores de Israel e do Hamas.
A proposta prevê o fim da guerra; o estabelecimento de condições para paz duradoura no Oriente Médio; e a implantação de um conselho que irá supervisionar Gaza no primeiro momento do pós-guerra.
Até a última atualização desta reportagem, não havia ficado claro como esse conselho supervisor irá funcionar. Outros detalhes do plano de Trump continuavam vagos, com pendências referentes a assuntos delicados e de fortes desavenças entre Israel e Hamas, caso do desarmamento do grupo terrorista.

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (13) uma nova atualização sobre os casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas.

Até agora, o país soma 213 notificações:

32 confirmações,
e 181 investigações em andamento
Outras 320 ocorrências foram descartadas.

Os casos confirmados estão distribuídos por três estados:

São Paulo (28),
Paraná (3)
e Rio Grande do Sul (1).
Entre os casos ainda sob investigação, a maioria também é de São Paulo, que concentra 100 registros.

Na sequência aparecem Pernambuco (43), Espírito Santo (9), Rio Grande do Sul (6), Rio de Janeiro (5), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Goiás (3), Maranhão (2), Alagoas (2), Minas Gerais (1), Paraná (1), Rondônia (1).

 O levantamento aponta ainda cinco mortes confirmadas em São Paulo.

Outros 9 óbitos estão sob investigação: 1 no Ceará, 1 em Minas Gerais, 1 em Mato Grosso do Sul, 3 em Pernambuco e 3 em São Paulo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou neste domingo (5) a importação de 2,6 mil frascos do medicamento utilizado para tratar a intoxicação por metanol.

A medida, tomada em caráter excepcional, atende a um pedido do Ministério da Saúde, que havia anunciado, no sábado (4), a compra do antídoto para a intoxicação provocada pela ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas.

Segundo a agência, caberá ao ministério definir a forma de entrega do Fomepizol.

O Ministério da Saúde negociou a compra dos frascos, produzidos por uma empresa japonesa, junto à Organização Panamericana de Saúde (Opas).

A pasta comprará 2,5 mil unidades do Fomepizol. Outros 100 frascos serão doados pelo próprio fabricante.

O campus de Bauru da Universidade de São Paulo (USP) tem 13 docentes listados entre os 2% melhores cientistas do mundo, segundo ranking anual elaborado pela Universidade Stanford (EUA).

O levantamento, divulgado em setembro, avalia a influência e o impacto dos pesquisadores com base em citações de artigos, tanto em toda a carreira quanto no recorte de um ano. São analisadas 22 grandes áreas científicas e 174 subáreas.

Entre os nomes citados, estão 12 professores da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP) e um da Faculdade de Medicina de Bauru (FMBRU-USP). Confira a lista abaixo.

Para a diretora da FOB, Marília Buzalaf, um dos nomes indicados, os resultados refletem o impacto de projetos recentes desenvolvidos no campus.

“O que deve ter contribuído, no meu caso, são os resultados do meu projeto temático da Fapesp, em que estamos propondo uma nova estratégia para prevenção da cárie dentária com base na remodelação da película adquirida”, explica.

O domingo (21) começou com calor intenso, ventos fortes e risco elevado de incêndios florestais no interior de São Paulo. Mas, segundo a Defesa Civil do Estado, o cenário vai mudar ainda na noite deste domingo, com a chegada de uma frente fria. Um alerta do órgão indica que as chuvas já se aproximam de Presidente Prudente (SP), Rosana (SP) e cidades próximas.

A aproximação do sistema deve provocar temporais, rajadas de vento de moderada a forte intensidade, queda de raios e possibilidade de granizo em várias regiões.

Alerta indica que chuvas se aproximam de Presidente Prudente, Rosana e cidades próximas — Foto: Reprodução

Durante o dia, o efeito pré-frontal elevou as temperaturas, que chegaram a 35 °C em cidades do interior, com baixa umidade do ar, o que aumentou o risco de queimadas.

Na segunda-feira (22), a frente fria avança e traz instabilidade generalizada. Estão previstas chuvas fortes, tempestades severas, ventos intensos, alta frequência de raios e possibilidade de granizo. Em cidades como Itapeva e Sorocaba, os acumulados de chuva devem ser altos.

Agricultores dos Estados Unidos estão enfrentando uma grave crise causada pela queda nos preços das safras e as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump contra a China e outros países.

Em estados rurais como Arkansas e Dakota do Norte, parlamentares pressionam o governo para que os fazendeiros recebam ajuda emergencial.

Mesmo políticos republicanos, aliados de Trump, alertam para a gravidade da crise no campo.

"Os agricultores estão passando por um dos piores momentos econômicos que já vi em toda a minha vida", disse à agência Reuters o deputado republicano Glenn Thompson, da Pensilvânia.

Segundo quatro parlamentares ouvidos pela Reuters, já há negociações com o Departamento de Agricultura e outras autoridades para aprovar um pacote de ajuda ainda este ano.

O senador republicano John Hoeven, da Dakota do Norte, disse que está discutindo com o governo um pacote semelhante ao adotado no primeiro mandato de Trump.

Na ocasião, o governo pagou US$ 23 bilhões aos agricultores para compensar as perdas da guerra comercial com a China. Segundo a agência, os parlamentares dizem que o novo pacote precisa superar essa quantia para mitigar os problemas do setor rural.

Com mais horas de sol, tardes quentes e pancadas rápidas e irregulares no fim do dia. É assim que setembro deve começar em boa parte do país.

Nesta segunda (1º), a atmosfera ainda privilegia o calor e o ar seco em boa parte do Centro-Oeste, do Sudeste e do interior do Nordeste, cenário que deve se estender pelos próximos dias.

"A primeira semana de setembro promete ser bastante quente no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil", explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

Ao mesmo tempo, também nesta semana, o Sul deve voltar a sentir o peso do vento e de áreas de instabilidade ligadas a um ciclone na Argentina.

O efeito imediato é um começo de semana ventoso no Rio Grande do Sul, com rajadas moderadas a fortes sobretudo no Oeste, no litoral e na Lagoa dos Patos.

Já a chuva aparece de forma mais concentrada entre o Oeste e o Sul gaúcho e, na sequência, avança pontualmente por outras áreas, mas o impacto maior é o vento.

Segundo a Climatempo, Porto Alegre (RS) deve registrar máxima de 30 °C nesta segunda, mas o tempo instável ganha força ao longo da semana, com pancadas de chuva mais frequentes já na terça-feira.

Em Florianópolis (SC), a segunda terá máxima de 21 °C, com chuva mais persistente, enquanto Curitiba (PR) terá mínima de 13 °C e máxima de 21 °C, com nebulosidade e possibilidade de garoa.

No Sudeste, esta segunda-feira será de sol e tempo firme na maior parte das cidades, com nuvens crescendo ao longo do dia.

Ao lado das faixas de Miss Centro-Oeste Paulista e Miss Brasil Beleza Brasileira Juvenil, Sofia Eloize Silvério adicionou mais uma coroa à sua coleção, diretamente do Caribe: a de Miss Turismo Intercontinental.

A adolescente de Dois Córregos (SP), aos 15 anos, conquistou seu primeiro concurso internacional em julho de 2025 e se dedica para fazer do amor ao mundo da beleza sua profissão no futuro. Abaixo, o g1 conversou com Sofia, que contou sobre sua trajetória e a preparação para a competição.

Sonho antigo
A facilidade e encanto de Sofia desde criança, desfilando na sala de casa usando os sapatos e roupas da mãe, sempre chamou atenção da família, que viu as brincadeiras se transformarem em um desejo real em participar dos concursos de beleza.

"Desde seus cinco anos já vinha demonstrando esse interesse, utilizando os sapatos e roupas da mamãe e desfilando pela sala. Ficava fazendo vídeos e se maquiando, mas, para nós, era apenas coisa de criança", lembra Rosa Silvério, mãe de Sofia.

Ela conta que, assim que a filha concluiu o curso de modelo, começaram a surgir as oportunidades, como a participação nos concursos de beleza. Sofia passou a se preparar para essas competições acompanhando pela internet modelos famosos e vídeos de concursos de misses.

O que as pessoas podem fazer em um período de 48 horas? Normalmente elas trabalham, estudam e praticam atividades de lazer. Mas para uma universitária bauruense, esse mesmo tempo de dois dias foi utilizado para a criação de um software de estudo para o Enem, que foi vencedor de um prêmio global do Google.

A história de sucesso é da jovem Giovanna Moeller, de 24 anos, que é graduanda de Sistemas de Informação da Unesp da cidade e desenvolveu o programa "Edu.Ai".

Em entrevista ao g1, Giovanna conta que estava navegando por uma plataforma internacional de competições na área de tecnologia, chamada de DevPost, quando encontrou a competição do Google e decidiu participar.

"Lembro que eu estava navegando na plataforma quando vi essa competição, e pensei que era uma oportunidade maravilhosa."

Giovanna ainda explica a premiação aconteceu dentro de uma plataforma do Google, conhecida como "Google Cloud Hackathon", de forma online.

"O evento global reuniu mais de 10 mil participantes inscritos. O desafio era criar soluções inovadoras usando o Agent Development Kit (ADK), uma tecnologia nova do Google para desenvolvimento de sistemas multiagentes", explica a estudante.

A Embraer, fabricante brasileira de aeronaves, anunciou nesta terça-feira (5) que não prevê demissões no Brasil em 2025, mesmo diante dos desafios gerados pelas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos. A empresa também está confiante na reversão da atual taxação de 10% sobre aviões e peças exportados ao mercado norte-americano, com o objetivo de restabelecer a tarifa zero que vigorou por 45 anos.

A declaração foi dada pelo CEO da companhia, Francisco Gomes Neto, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre da empresa.

“Ficamos muito felizes de passar de 50% para 10%, o que reduziu bastante o impacto para os nossos clientes. Estamos nos esforçando com afinco para restaurar a tarifa zero”, afirmou.

Desde abril, a Embraer está submetida a uma tarifa de 10% imposta pelo governo dos EUA, medida que gerou um impacto estimado em US$ 65 milhões (cerca de R$ 350 milhões). Segundo a empresa, 20% desse valor já foi sentido no primeiro semestre, e os 80% restantes devem ser absorvidos até o fim do ano.

A cobrança incide sobre peças e componentes de aviões executivos exportados para subsidiárias da própria empresa nos EUA. O risco de aumento da taxação para 50%, cogitado nas últimas semanas, foi descartado na quarta-feira (30), quando o governo norte-americano retirou aeronaves e componentes de aviação do chamado “tarifaço”.

A China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos começa a valer em 6 de agosto e atinge produtos como o café brasileiro.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

O suco de laranja e a castanha do Brasil são os únicos alimentos a entrarem na lista de exceções do tarifaço de 50% em cima de produtos exportados do Brasil aos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) o decreto que determina uma sobretaxa de 40% nas vendas brasileiras para o país. Essa sobretaxa é somada ao imposto de 10% determinado por Trump em abril.

Com a exceção dada aos dois alimentos, entre outros produtos, fica valendo a sobretaxa de 10% imposta em abril, segundo Leonardo Munhoz, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Bioeconomia.

 No caso da laranja, há ainda uma tarifa fixa de US$ 415 (equivalente a cerca de R$ 2,3 mil) por tonelada do suco brasileiro, explica Wharlhey Nunes, analista da consultoria Agro do Itaú BBA.