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O domingo (21) começou com calor intenso, ventos fortes e risco elevado de incêndios florestais no interior de São Paulo. Mas, segundo a Defesa Civil do Estado, o cenário vai mudar ainda na noite deste domingo, com a chegada de uma frente fria. Um alerta do órgão indica que as chuvas já se aproximam de Presidente Prudente (SP), Rosana (SP) e cidades próximas.

A aproximação do sistema deve provocar temporais, rajadas de vento de moderada a forte intensidade, queda de raios e possibilidade de granizo em várias regiões.

Alerta indica que chuvas se aproximam de Presidente Prudente, Rosana e cidades próximas — Foto: Reprodução

Durante o dia, o efeito pré-frontal elevou as temperaturas, que chegaram a 35 °C em cidades do interior, com baixa umidade do ar, o que aumentou o risco de queimadas.

Na segunda-feira (22), a frente fria avança e traz instabilidade generalizada. Estão previstas chuvas fortes, tempestades severas, ventos intensos, alta frequência de raios e possibilidade de granizo. Em cidades como Itapeva e Sorocaba, os acumulados de chuva devem ser altos.

Agricultores dos Estados Unidos estão enfrentando uma grave crise causada pela queda nos preços das safras e as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump contra a China e outros países.

Em estados rurais como Arkansas e Dakota do Norte, parlamentares pressionam o governo para que os fazendeiros recebam ajuda emergencial.

Mesmo políticos republicanos, aliados de Trump, alertam para a gravidade da crise no campo.

"Os agricultores estão passando por um dos piores momentos econômicos que já vi em toda a minha vida", disse à agência Reuters o deputado republicano Glenn Thompson, da Pensilvânia.

Segundo quatro parlamentares ouvidos pela Reuters, já há negociações com o Departamento de Agricultura e outras autoridades para aprovar um pacote de ajuda ainda este ano.

O senador republicano John Hoeven, da Dakota do Norte, disse que está discutindo com o governo um pacote semelhante ao adotado no primeiro mandato de Trump.

Na ocasião, o governo pagou US$ 23 bilhões aos agricultores para compensar as perdas da guerra comercial com a China. Segundo a agência, os parlamentares dizem que o novo pacote precisa superar essa quantia para mitigar os problemas do setor rural.

Com mais horas de sol, tardes quentes e pancadas rápidas e irregulares no fim do dia. É assim que setembro deve começar em boa parte do país.

Nesta segunda (1º), a atmosfera ainda privilegia o calor e o ar seco em boa parte do Centro-Oeste, do Sudeste e do interior do Nordeste, cenário que deve se estender pelos próximos dias.

"A primeira semana de setembro promete ser bastante quente no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil", explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

Ao mesmo tempo, também nesta semana, o Sul deve voltar a sentir o peso do vento e de áreas de instabilidade ligadas a um ciclone na Argentina.

O efeito imediato é um começo de semana ventoso no Rio Grande do Sul, com rajadas moderadas a fortes sobretudo no Oeste, no litoral e na Lagoa dos Patos.

Já a chuva aparece de forma mais concentrada entre o Oeste e o Sul gaúcho e, na sequência, avança pontualmente por outras áreas, mas o impacto maior é o vento.

Segundo a Climatempo, Porto Alegre (RS) deve registrar máxima de 30 °C nesta segunda, mas o tempo instável ganha força ao longo da semana, com pancadas de chuva mais frequentes já na terça-feira.

Em Florianópolis (SC), a segunda terá máxima de 21 °C, com chuva mais persistente, enquanto Curitiba (PR) terá mínima de 13 °C e máxima de 21 °C, com nebulosidade e possibilidade de garoa.

No Sudeste, esta segunda-feira será de sol e tempo firme na maior parte das cidades, com nuvens crescendo ao longo do dia.

Ao lado das faixas de Miss Centro-Oeste Paulista e Miss Brasil Beleza Brasileira Juvenil, Sofia Eloize Silvério adicionou mais uma coroa à sua coleção, diretamente do Caribe: a de Miss Turismo Intercontinental.

A adolescente de Dois Córregos (SP), aos 15 anos, conquistou seu primeiro concurso internacional em julho de 2025 e se dedica para fazer do amor ao mundo da beleza sua profissão no futuro. Abaixo, o g1 conversou com Sofia, que contou sobre sua trajetória e a preparação para a competição.

Sonho antigo
A facilidade e encanto de Sofia desde criança, desfilando na sala de casa usando os sapatos e roupas da mãe, sempre chamou atenção da família, que viu as brincadeiras se transformarem em um desejo real em participar dos concursos de beleza.

"Desde seus cinco anos já vinha demonstrando esse interesse, utilizando os sapatos e roupas da mamãe e desfilando pela sala. Ficava fazendo vídeos e se maquiando, mas, para nós, era apenas coisa de criança", lembra Rosa Silvério, mãe de Sofia.

Ela conta que, assim que a filha concluiu o curso de modelo, começaram a surgir as oportunidades, como a participação nos concursos de beleza. Sofia passou a se preparar para essas competições acompanhando pela internet modelos famosos e vídeos de concursos de misses.

O que as pessoas podem fazer em um período de 48 horas? Normalmente elas trabalham, estudam e praticam atividades de lazer. Mas para uma universitária bauruense, esse mesmo tempo de dois dias foi utilizado para a criação de um software de estudo para o Enem, que foi vencedor de um prêmio global do Google.

A história de sucesso é da jovem Giovanna Moeller, de 24 anos, que é graduanda de Sistemas de Informação da Unesp da cidade e desenvolveu o programa "Edu.Ai".

Em entrevista ao g1, Giovanna conta que estava navegando por uma plataforma internacional de competições na área de tecnologia, chamada de DevPost, quando encontrou a competição do Google e decidiu participar.

"Lembro que eu estava navegando na plataforma quando vi essa competição, e pensei que era uma oportunidade maravilhosa."

Giovanna ainda explica a premiação aconteceu dentro de uma plataforma do Google, conhecida como "Google Cloud Hackathon", de forma online.

"O evento global reuniu mais de 10 mil participantes inscritos. O desafio era criar soluções inovadoras usando o Agent Development Kit (ADK), uma tecnologia nova do Google para desenvolvimento de sistemas multiagentes", explica a estudante.

A Embraer, fabricante brasileira de aeronaves, anunciou nesta terça-feira (5) que não prevê demissões no Brasil em 2025, mesmo diante dos desafios gerados pelas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos. A empresa também está confiante na reversão da atual taxação de 10% sobre aviões e peças exportados ao mercado norte-americano, com o objetivo de restabelecer a tarifa zero que vigorou por 45 anos.

A declaração foi dada pelo CEO da companhia, Francisco Gomes Neto, durante apresentação dos resultados do segundo trimestre da empresa.

“Ficamos muito felizes de passar de 50% para 10%, o que reduziu bastante o impacto para os nossos clientes. Estamos nos esforçando com afinco para restaurar a tarifa zero”, afirmou.

Desde abril, a Embraer está submetida a uma tarifa de 10% imposta pelo governo dos EUA, medida que gerou um impacto estimado em US$ 65 milhões (cerca de R$ 350 milhões). Segundo a empresa, 20% desse valor já foi sentido no primeiro semestre, e os 80% restantes devem ser absorvidos até o fim do ano.

A cobrança incide sobre peças e componentes de aviões executivos exportados para subsidiárias da própria empresa nos EUA. O risco de aumento da taxação para 50%, cogitado nas últimas semanas, foi descartado na quarta-feira (30), quando o governo norte-americano retirou aeronaves e componentes de aviação do chamado “tarifaço”.

A China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A tarifa de 50% anunciada pelos Estados Unidos começa a valer em 6 de agosto e atinge produtos como o café brasileiro.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

O suco de laranja e a castanha do Brasil são os únicos alimentos a entrarem na lista de exceções do tarifaço de 50% em cima de produtos exportados do Brasil aos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) o decreto que determina uma sobretaxa de 40% nas vendas brasileiras para o país. Essa sobretaxa é somada ao imposto de 10% determinado por Trump em abril.

Com a exceção dada aos dois alimentos, entre outros produtos, fica valendo a sobretaxa de 10% imposta em abril, segundo Leonardo Munhoz, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Bioeconomia.

 No caso da laranja, há ainda uma tarifa fixa de US$ 415 (equivalente a cerca de R$ 2,3 mil) por tonelada do suco brasileiro, explica Wharlhey Nunes, analista da consultoria Agro do Itaú BBA.

A Arquidiocese de São José do Rio Preto (SP) determinou a criação de uma comissão para investigar a imagem de Nossa Senhora de Fátima que pertence a uma fiel de Mirassol (SP) e, segundo os devotos, verte mel, sal, azeite e vinho.

Popularmente conhecida como Nossa Senhora do Mel, a imagem foi comprada por Lilian Aparecida Montemor em 1991, em Portugal. Em março de 1993, uma funcionária de Lilian percebeu que a imagem estava molhada e soltando lágrimas. Na sequência, ela começou a verter sal, mel e azeite e jorra mel de forma ininterrupta há mais de três décadas.

 O fenômeno, considerado inexplicável pela ciência (entenda mais abaixo), mobiliza fiéis de todo o país. A cantora Elba Ramalho esteve na Igreja Santa Rita de Cássia, em Mirassol, para cantar e rezar diante da imagem em agosto do ano passado.

Segundo o arcebispo de Rio Preto, Dom Antônio Emídio Vilar, a comissão é formada por um teólogo, um canonista, um perito, um notário e um delegado e visa atender às normas da Igreja diante dos questionamentos dos fiéis.

“A Comissão testemunha a lisura e a seriedade dos procedimentos requeridos pela Santa Sé. É uma atividade necessária destinada a responder a tantos que nos procuram em busca de informações acerca desses fenômenos”, informou o arcebispo.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) o acionamento da bandeira vermelha nível 2 para agosto. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 7,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Uma residência típica no Brasil com quatro pessoas morando consome em média de 150 kWh a 200kWh por mês.

A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

O motivo da bandeira 2, segundo a Aneel, é o baixo nível das chuvas, que diminui o reservatório das hidrelétricas e leva ao acionamento das termelétricas, que são mais caras.

Empresas brasileiras de diferentes setores que exportam para os Estados Unidos tiveram impactos nas atividades.

O Elton coordenou o último carregamento de minério de ferro antes das férias coletivas. O setor dele na siderúrgica que produz ferro gusa em Matozinhos, na região metropolitana de Belo Horizonte, parou na tarde desta sexta-feira (25).

"Não é um momento muito legal. A gente sai de férias, infelizmente, umas férias meio forçadas, não é umas férias programadas. A gente sai com pesar, com preocupação", diz Elton Silva, supervisor do departamento de carvão.

O serviço de manutenção da fundição vai até domingo (27), quando o forno será paralisado. O operador de sistemas de abastecimento, Carlos Alberto Souza também vai sair de férias, mas não acha que vai conseguir relaxar.

"Quando é uma férias programadas você administra as coisas: posso viajar, posso pescar, posso passear com esposa, com filhos, mas uma férias assim, a gente tem que ficar em casa mesmo aguardando".

Essa é só uma das siderúrgicas de Minas Gerais que estão paralisando a produção de ferro gusa - usado como matéria prima na produção de aço e ferro fundido para a indústria e a construção civil. O motivo é a mudança tarifária anunciada por Donald Trump, que entra em vigor em 1° agosto.

Cerca de 77 mil toneladas de frutas brasileiras que aguardam exportação para os Estados Unidos correm risco de estragar ou de serem comercializadas abaixo do preço de mercado por causa da tarifa de 50% imposta pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

Anunciada por Trump, a medida entra em vigor em 1º de agosto e já levou à suspensão de embarques de frutas, pescados, grãos e carnes.

No setor de frutas, o impacto é expressivo. Um levantamento da GloboNews aponta os volumes em risco:

36,8 mil toneladas de manga
18,8 mil toneladas de frutas processadas, principalmente açaí
13,8 mil toneladas de uva
7,6 mil toneladas de outras frutas