Em 2007, o arquiteto italiano Stefano Boeri presenciou a frenética construção de uma cidade no deserto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

O local era dominado por arranha-céus cobertos de vidro, cerâmica e metal, desperdiçando energia.

Estes materiais "refletiam a luz solar, gerando calor no ar e, principalmente, no solo urbano, onde andam os pedestres", conta ele à BBC.

A 4,8 mil km de distância, Boeri havia recém começado a trabalhar no seu novo projeto de dois edifícios muito altos, em uma área degradada no norte de Milão, na Itália.

"De repente, me ocorreu criar duas torres biológicas... cobertas não com vidro, mas com folhas", relembra ele.

Seu projeto convidaria a fauna e a flora a ocupar aquele deserto industrial e resfriar o ar interno e externo. Surgia um novo e radical protótipo arquitetônico, que "integra a natureza viva como parte constituinte do projeto", segundo ele.

O surpreendente resultado foi a primeira "floresta vertical" do mundo.

Imagina ter que plantar uma floresta que cobrisse uma área maior do que toda a América do Norte? É isso o que seria preciso se as 200 maiores empresas de combustíveis fósseis do mundo fossem compensar as emissões de gases de efeito estufa de toda a sua reserva. Ou seja, uma conta bem impossível de fechar.

A informação é de uma pesquisa publicada na Communications Earth & Environment nesta quinta-feira (19).

Como a pesquisa foi feita:

Os pesquisadores analisaram o tamanho da reserva de combustíveis fósseis de 200 empresas pelo mundo.
Com isso, estimaram qual era a quantidade de emissões de gás carbônico que toda essa reserva faria até 2050.
Depois, calcularam quanto seria necessário para pensar as emissões com reflorestamento.

 O gás carbônico é um dos vilões do efeito estufa, que causa o aquecimento do planeta. Uma das metas dos países que estiveram na última COP, nos Emirados Árabes, era reduzir as emissões com a transição energética. Isso significa usar menos combustíveis fósseis e, portanto, menor reservas dessas empresas.

 A compensação da pegada de carbono vem sendo adotada por muitas empresas do setor. Nela, as indústrias podem apoiar iniciativas de reflorestamento em áreas. Com esse plantio, as árvores passam a absorver carbono e, assim, elas podem certificar que estão mantendo menos carbono na atmosfera.

 No entanto, o que especialistas e ambientalistas apontam é que há algumas controvérsias, como não ser possível, em muitos casos, reduzir a emissão na área onde se está emitindo, por exemplo. E o fato de que não há uma redução de emissões de fato.

Agora, o que a pesquisa projeta é que o reflorestamento não pode ser a única medida.

Você talvez já tenha ouvido falar em microplásticos. A palavra remete a “plásticos pequenos”, o que não está longe da verdade. Mas quão pequenos são? Como se formam? Onde estão? Quais riscos oferecem?

Microplásticos e seu tamanho
Microplásticos são partículas plásticas com diâmetro entre 1 e 1000 µm (1 mm), e podem chegar a tamanhos inferiores a 0,1 µm (0,0001 mm), sendo então chamados de nanoplásticos. Nessa escala, a área superficial aumenta muito, intensificando sua reatividade e impacto ambiental.

Para comparar, areia grossa tem tamanho similar ao dos microplásticos. Já os nanoplásticos são menores que a espessura de um fio de cabelo (50–100 µm). Visualmente, uma formiga poderia representar um microplástico diante de uma garrafa PET (polietileno tereftalato), enquanto um vírus ilustraria um nanoplástico, conforme ilustrado na figura abaixo.

Uma pesquisa realizada no Brasil indica que a suplementação de vitamina D pode, no futuro, reforçar o tratamento contra o câncer de mama.

Ao avaliar um grupo de voluntárias diagnosticadas com a doença, os cientistas descobriram que tomar esse hormônio esteve relacionado a uma maior taxa de desaparecimento do tumor (entenda os detalhes ao longo da reportagem).

Além de atuar na manutenção da saúde dos ossos e do sistema imunológico, a vitamina D teria o potencial de se ligar diretamente a receptores de células cancerosas e pode impedir a disseminação delas, apontam os especialistas.

Os autores do trabalho se mostraram animados com os resultados e entendem que eles podem modificar a forma como essa enfermidade será tratada no futuro.

Mas eles mesmos ponderam que são necessários novos estudos, com um número maior de pacientes, para confirmar esses achados iniciais.

Como o estudo foi feito
A investigação foi conduzida na Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no interior de São Paulo.

Foram recrutadas 80 mulheres com mais de 45 anos diagnosticadas com câncer de mama.

O interior paulista deve atingir 2°C de temperatura mínima na nova onda de frio que chega nas próximas horas. Um ciclone deve aumentar o poder de resfriamento da frente fria, deixando a sensação térmica ainda mais baixa. Em Itápolis, de acordo com o Climatempo, a mínima prevista para a quarta-feira (25) é de apenas 4°C.

Em Boa Esperança do Sul, cidade da Região Central, a mínima prevista é de apenas 2°C.

Em outras cidades da região de São Carlos a mínima deve ser bastante reduzida: Nova Europa, Ribeirão Bonito, Tapiratiba, São João da Boa Vista, Casa Branca, Dourado, Trabiju e Gavião Peixoto os termômetros devem chegar aos 3°C.

Um motorista capotou o veículo que dirigia na manhã deste domingo, 22, após desviar de um cachorro e, em seguida, de um ciclista, enquanto transitava pela Estrada Vicinal Romão Fernandes (IBG 030), nas proximidades do lixão municipal de Ibitinga (SP).

De acordo com o relato do condutor à Polícia Militar, ele seguia sentido Tabatinga quando um cachorro atravessou repentinamente a pista. Ao frear, avistou um idoso com uma bicicleta na via e, na tentativa de evitar uma colisão, desviou bruscamente, perdendo o controle do carro, que acabou capotando.

Já ouviu falar em "Jensanity"? Este foi o nome dado para a comoção provocada pelo presidente da Nvidia, Jensen Huang, em uma feira de tecnologia em Taiwan, no fim de maio.

Huang, de 62 anos, é considerado um herói em seu país de nascimento. O ex-lavador de pratos se tornou um dos dez mais ricos do mundo depois de migrar para os Estados Unidos e criar a Nvidia, a empresa mais valiosa do mundo entre as listadas na bolsa, nesta quarta-feira (4).

Não foi a primeira vez que a Nvidia roubou este posto da Microsoft. A fabricante de chips vem ganhando espaço no noticiário por ser um dos maiores expoentes na inteligência artificial. E central na disputa entre EUA e China pela liderança nessa tecnologia.

O valor das ações da Nvidia mais do que quadruplicou nos últimos três anos, já que a empresa impulsionou o surgimento de sistemas avançados de IA, como ChatGPT, Claude e outros. A companhia americana foi avaliada em US$ 3,446 trilhões nesta quarta.

Mas a fama da Nvidia começou anos atrás, no mundo dos games.

Ao longo da história evolutiva, a humanidade conviveu com inúmeros parasitas. No entanto, de acordo com pesquisadores da Universidade Nacional Australiana, o maior parasita da era atual não tem patas nem antenas: ele tem uma tela sensível ao toque, aplicativos sofisticados, uma conexão Wi-Fi e se esconde confortavelmente em nossos bolsos, constantemente capturando nossa atenção.

Em uma análise recente publicada no Australasian Journal of Philosophy, a filósofa Rachael Brown e o biólogo Robert Brooks defendem que os smartphones atendem, em termos evolutivos, a todos os critérios para serem considerados parasitas. Não no sentido metafórico, mas real: eles sobrevivem às nossas custas enquanto nos geram danos.

Como explicou Brown em um comunicado, "apesar de suas vantagens, muitos de nós somos reféns de nossos telefones, incapazes de nos desconectar completamente".

E, segundo os pesquisadores, os usuários pagam o preço com falta de sono, relações sociais mais fracas e diversos transtornos de humor.

Nadador aos 92 anos, Flávio Mota é morador de Bauru (SP), e segue firme nas piscinas, impressionando pela dedicação e pelas conquistas acumuladas ao longo de décadas no esporte. O atleta já participou de diversas competições nacionais e internacionais, e é considerado um exemplo de vitalidade e inspiração para toda a família.

Veterano nas piscinas, ele coleciona histórias e medalhas. Já competiu nacionalmente e em outros países, como Panamá, Argentina, Uruguai e Colômbia: "Eu acompanhava, todo campeonato eu ia. E graças a Deus eu tomei gosto pela coisa", conta.

Mesmo com mais de 90 anos, ele segue participando de torneios sem o frio na barriga de competidores iniciantes.

“A gente não tem aquela responsabilidade de ganhar. Mas enfim, vamos aproveitar a saúde que a gente ainda tem.”, diz Flávio.

Uma das lembranças mais marcantes de Flávio, é o seu pódio no Pan-Americano que aconteceu Colômbia.

“Perdi para um americano e fiquei em segundo no Panamericano. Para mim, eu acho que foi a melhor que eu tive. Foi muito bacana.”, relata a lembrança.

Alguns sentem primeiro as orelhas geladas, outros, as mãos. Cada um sente frio de um jeito diferente, confirma Joachim Latsch, especialista em medicina esportiva da Faculdade de Esportes de Colônia, na Alemanha. Sensores na pele são responsáveis por registrar a temperatura e determinar nossa sensação de frio ou calor.

Algumas pessoas têm mais sensores nas orelhas, enquanto em outras, eles se concentram em lugares diferentes do corpo. A quantidade de sensores também é variável, fazendo com que cada um perceba as baixas temperaturas de maneira diferente.

Latsch descreve o fenômeno como uma vontade da natureza. “Assim como cada pessoa tem o pé de um tamanho, alguns de nós têm mais desses sensores, outros, menos", explica. Aliás, um sensor que identifica o frio só é capaz de detectar temperaturas baixas. Ele não dá o alerta de calor.

O WhatsApp vai exibir anúncios no Status, área parecida com o Stories do Instagram. Além disso, canais poderão cobrar usuários por acesso a conteúdo exclusivo e pagar para terem mais destaque nas sugestões do aplicativo.

As mudanças se concentram na aba "Atualizações" e começam a ser liberadas nesta segunda-feira (16). Não haverá anúncios na aba "Conversas" e, segundo o WhatsApp, suas mensagens não serão usadas para direcionar propaganda.

O chefe global do WhatsApp, Will Cathcart, afirmou em entrevista exclusiva ao g1 que a plataforma quer garantir a todos que nada mudará em relação à privacidade e que o conteúdo compartilhado por usuários continuará sendo protegido por criptografia.

 Ainda de acordo com o WhatsApp, seu número de telefone nunca será vendido ou compartilhado com anunciantes.

"Não podemos segmentar anúncios com base no que você diz ou em quais amigos você envia mensagens. Os anúncios serão baseados em como você usa a aba 'Atualizações'", afirmou.

Sucesso total a Festa Junina 2025 da ETEC de Ibitinga. O evento foi realizado no Juma Fest na noite deste sábado, dia 15 de junho, e contou com barracas de comidas e bebidas típicas, além de entretenimentos juninos para crianças e adultos. Os alunos da ETEC fizeram apresentações de dança durante o evento que foi encerrado com apresentação de quadrilha contando com o corpo docente da escola.Confira galeria de fotos completa clicando aqui.

Por Mariza Tavares/G1

No mês passado, fiz uma coluna sobre a aptidão para o estresse, tese defendida pela psicóloga Elissa Epel: em vez de fugir das situações que nos causam desconforto, devemos procurar desafios que nos tornem mais preparados para superar as adversidades. A médica Sharon Bergquist, professora da faculdade de medicina da Emory University (EUA), que acaba de lançar o livro “O paradoxo do estresse: por que você precisa do estresse para viver mais, com saúde e felicidade” (“The stress paradox: why you need stress to live longer, healthier, and happier”), endossa a prática:

“O estresse causa dano, mas também cura. Um certo nível de estresse diminui nossa idade biológica, e esse é o paradoxo. Como médica, acompanhei muitos executivos e uma questão que sempre vinha à tona era: ‘será que devo desacelerar?’. Apesar da carga de trabalho, essas pessoas eram apaixonadas pelo que faziam. Quando nos envolvemos em atividades que nos estimulam, alimentamos nossa resistência e desenvolvemos resiliência”.

A pesquisadora afirma que o estresse ganhou uma reputação negativa a partir da década de 1930, depois que o endocrinologista Hans Selye apresentou sua teoria da Síndrome de Adaptação Geral, que descreve as reações fisiológicas do corpo ao estresse em três fases: alarme, resistência e exaustão – quando o esgotamento aumenta o risco de doenças.

“O problema é que Selye submetia as cobaias a um nível excessivo de sofrimento, o que contribuiu para a demonização do estresse. O segredo está em encontrar o ponto ideal, aquele que nos impulsiona sem nos sobrecarregar. Pensem num U invertido, no qual muito estresse é prejudicial, mas sua ausência também não é benéfica. Num nível moderado, ele estimula as conexões entre nossos neurônios”, enfatizou em palestra on-line.

Ela destaca o conceito da hormese, descrito pela primeira vez pelo farmacologista Hugo Schulz, segundo o qual uma baixa exposição a toxinas e outros estressores é favorável para o organismo, porque impulsiona os mecanismos de defesa. No entanto, faz a ressalva de que há uma variação expressiva entre os indivíduos e nossa tolerância está diretamente relacionada ao que fomos submetidos na primeira infância e em experiências negativas ao longo da vida.

Vishwash Kumar Ramesh, que sobreviveu à queda de avião que matou mais de 240 pessoas na Índia nesta quinta-feira (12), estava sentado na poltrona 11A. O homem de 40 anos escapou da aeronave pela saída de emergência e contrariou duas estatísticas: a de mortes em acidentes aéreos e a de sobrevivência de passageiros sentados na parte dianteira do avião.

Especialistas em aviação ouvidos pelo g1 e estudos apontam que os assentos mais seguros, em geral, ficam na parte traseira, porque a maior probabilidade em um acidente aéreo é que o impacto seja frontal.

Em 2015, uma análise feita pela revista norte-americana TIME, com base em 35 anos de acidentes aéreos registrados pela Agência Federal de Aviação dos EUA, concluiu que passageiros sentados nos assentos de trás tiveram maior taxa de sobrevivência em acidentes aéreos.

Segundo o levantamento, a taxa de mortalidade era de 32% para passageiros sentados na traseira, contra 39% para os que estavam no meio e 38% para os que viajavam na frente da aeronave. O estudo ainda apontou que os assentos do meio da fileira, especialmente na parte traseira, tinham a menor taxa de mortalidade: 28%.

Uma motorista idosa invadiu uma farmácia após confundir os pedais do carro, na Avenida 15 de novembro, no Centro de Matão (SP), nesta sexta-feira (13). Ela teria confundido o pedal do acelerador com o do freio e causou o acidente.

De acordo com a Polícia Militar, o acidente deixou três pessoas feridas, sendo duas funcionárias com ferimentos leves e uma em estado moderado. A motorista diriga um veículo Pajero e não sofreu ferimentos.

Um servidor da Prefeitura de Taquaritinga (SP) morreu nesta quinta-feira (12) depois de ser atacado por um enxame de abelhas.

Segundo a administração municipal, Luís Carlos da Silva, de 70 anos, realizava a roçagem de um terreno no bairro Jardim Laranjeiras IV quando foi surpreendido pelas abelhas e sofreu múltiplas picadas.

Ele chegou a receber os primeiros socorros e ser encaminhado à Santa Casa de Taquaritinga, mas não resistiu.

Que a alimentação exerce um papel fundamental na nossa saúde não é novidade — embora muitas vezes a gente esqueça disso. O objetivo de comer bem não deve ser apenas emagrecer ou evitar o ganho de peso, mas sim viver mais e com qualidade. Por isso, manter padrões alimentares consistentes ao longo da vida é tão importante. 

Agora, um novo macroestudo publicado nesta semana na revista Nature Medicine revela oito padrões-chave que tornam uma dieta capaz de favorecer um envelhecimento saudável.

O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade Harvard em parceria com as universidades de Copenhague e Montreal, vai além de confirmar que o tipo de alimentação tem influência decisiva na saúde. Ele identifica hábitos alimentares específicos que, além de prevenir doenças crônicas não transmissíveis, promovem de forma eficaz um envelhecimento mais saudável para a população em geral.

Pálpebra, testa, nariz, bochechas e orelhas queimadas. O sertanejo Léo, que faz dupla com Raphael, mostrou como ficou seu rosto depois do acidente na madrugada do domingo (8), quando se apresentava no Pontal Rodeo Music, em São Paulo, e teve o rosto atingido por uma máquina de fogo no palco.

Ele foi socorrido na hora, contou que ainda fez mais 30 minutos de show, e depois recebeu mais cuidados no rosto.

"Olha como ficou. Tem lugar que não parece, mas tá ardendo. Tá meio queimado, meio não... queimou para porra. Aí deu um probleminha, né? Ficou uns 5 segundos pegando fogo, um desespero, e grudou, e não saía, pegando fogo. Por fim, apagou o fogo ali, e tocamos o show. Uma meia-hora de show ", contou .

Os estados do Sul e Sudeste devem ter as tardes mais frias do ano nesta semana. Uma massa de ar polar chega às regiões a partir desta terça-feira (10) e vai derrubar as temperaturas.

O frio deve começar no início da terça-feira pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Depois, a massa de ar deve seguir subindo o mapa do Brasil ainda na terça, chegando aos estados do Sudeste. A previsão é de que, ao longo da semana, as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Belo Horizonte tenham as tardes mais frias do ano.

Uma nova ferramenta de inteligência artificial do Google está mudando a forma como vídeos são criados. Chamada de Veo 3, a tecnologia permite gerar cenas realistas com personagens, trilhas sonoras e até sotaques, tudo a partir de comandos de texto.

Com a ferramenta, é possível criar vídeos com atores fictícios, expressões emocionais e falas personalizadas. Basta digitar um prompt (uma instrução à ferramenta) e o sistema transforma o texto em imagem e som.

“Ele consegue gerar vídeos realísticos de qualquer tipo de situação que você quiser. Isso apenas digitando comando de texto, o prompt de comando. É o roteiro que você vai dar para ela gerar aquele tipo de conteúdo”, explica o especialista em IA Brunno Sarttori.

 A Veo 3 também permite criar trilhas sonoras e efeitos com comandos simples, e controlar até o tom emocional dos personagens.

“Você pode criar um vídeo de um ator e dizer a forma com que ele deve expressar aquelas palavras. Se ele deve estar triste, deve estar emocionado... É só vocês especificar no prompt de comando”, diz Sarttori.

Arlindo Galvão, professor do Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás, afirma que “com pequenos comandos, feitos em linguagem natural, essa cotidiana, que a gente usa no dia a dia”, é possível conseguir resultados com uma qualidade impressionante.

Um dos testes feitos pelo Fantástico usou o comando “Eu em Paris numa época marcante”. O resultado foi surpreendente: “O Fantástico veio até a Paris do século XIX, na construção da Torre Eiffel.”

O prazo de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 foi prorrogado até 13 de junho, segundo o Ministério da Educação (MEC). O prazo terminaria às 23h59 desta sexta-feira (6).

Segundo o MEC, a decisão foi para dar mais tempo para os interessados garantirem a oportunidade. A pasta também disse que fará uma grande mobilização nos estados para incentivar a inscrição no exame.

Até o momento, o número de inscritos passa de 5 milhões. Em 2024, foram 4.325.960.

As provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro, com exceção dos municípios Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, onde as provas serão aplicadas em 30 de novembro e 7 de dezembro.

 Quem não obteve isenção da taxa de inscrição deve fazer o pagamento de R$ 85 até 11 de junho, via boleto bancário, PIX ou cartão de crédito.

Passo a passo da inscrição no Enem 2025

“Para sua segurança, este contato será gravado.” A frase, comum em ligações de telemarketing, esconde um esquema que movimentou mais de R$ 6 bilhões em descontos indevidos de aposentadorias e pensões.

O Fantástico teve acesso a áudios e relatos que mostram como idosos são enganados por atendentes treinados para confundir e induzir respostas afirmativas. “Era um script pronto. A gente falava sem parar, sem deixar o cliente pensar”, conta uma ex-funcionária de call center.

O caso de Neacir Serrano de Oliveira, de 83 anos, é ainda mais absurdo. Durante 10 meses, ele teve R$ 45 descontados mensalmente para uma associação chamada Cebap.

 Quando o Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais solicitou a gravação da suposta autorização, recebeu um áudio com voz feminina. “Achou que eu era mulher. Minha voz é bem feia, é rouca perto de uma mulher. Tá longe de ser a minha voz, não tá?”, questiona Neacir.

Ex-funcionários de call centers confirmam que gravações são forjadas. “Quando alguma autoridade precisava de uma comprovação, alguém fingia ser o idoso e fazia a voz do idoso e nós conseguíamos o ok”, revela uma ex-atendente.

Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça, foram registradas quase 500 mil reclamações por descontos indevidos entre 2023 e 2024. “Idosos e com pouca instrução” são os principais alvos, afirma Valter Portalete, diretor do Procon de Santo Ângelo (RS).

Além dos descontos não autorizados, há casos de venda casada. O aposentado pensa estar contratando um empréstimo com juros menores, mas acaba aderindo a uma associação que cobra mensalidade.

“Cada vez que eu ia na folha de pagamento, meu salário estava diminuindo mais”, conta Piragibe Jesus de Abreu, de 79 anos, aposentado de Santo Ângelo (RS). No mês passado, ele recebeu apenas R$ 700 dos R$ 1.700 a que tem direito.

A alimentação exerce um papel fundamental no bom funcionamento do corpo e, especialmente, na saúde cardiovascular. Um novo estudo acrescenta nova evidência nesse sentido e mostra que o consumo diário de feijão e grão-de-bico pode melhorar a saúde cardíaca e metabólica, reduzindo o risco de doenças crônicas.

O trabalho foi apresentado no congresso da Sociedade Americana de Nutrição, que aconteceu entre 31 de maio e 3 de junho em Orlando, nos Estados Unidos. Ele envolveu 72 pessoas com pré-diabetes -- uma condição clínica que antecede o diabetes tipo 2 -- que foram acompanhadas durante 12 semanas, e mostrou uma associação entre o consumo de grão-de-bico e melhores níveis de colesterol, e o consumo de feijão à redução da inflamação.

"Indivíduos com pré-diabetes frequentemente apresentam metabolismo lipídico prejudicado e inflamação crônica de baixo grau, fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de doenças como doenças cardíacas e diabetes tipo 2", afirma Morganne Smith, doutoranda no Instituto de Tecnologia de Illinois, em comunicado.

"Nosso estudo descobriu que o consumo de feijão ajudou a reduzir significativamente o colesterol e a inflamação em pessoas com pré-diabetes, embora os níveis de glicose não tenham sido alterados", completa.

A Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira (2) um projeto de lei que aumenta a pena prevista para quem provocar incêndios em florestas ou demais formas de vegetação. O projeto segue para o Senado.

A pena atualmente estabelecida para estes casos é de 2 a 4 anos e multa, e pelo projeto foi aumentada para de 3 a 6 anos.

O projeto aumenta a pena prevista mesmo nos casos culposos, ou seja, quando não há intenção de provocar o incêndio. Atualmente, os casos culposos têm pena prevista de seis meses a um ano de detenção, e agora passam para detenção de um a dois anos.

O projeto também impede que sentenciados por incêndio florestal tenham acesso a subsídios, auxílios financeiros ou doações da administração pública.

O texto ainda prevê como agravantes expor a população a perigo iminente em centros urbanos, bem como espécies raras ou ameaçadas de extinção e áreas de conservação. Nestes casos, a pena poderá ser aumentada em até 50%.

Por Mariza Tavares/G1

Já escrevi que a surdez é a principal causa modificável de declínio cognitivo entre idosos. Vamos imaginar alguém às voltas com o problema desde os 50 anos e que só foi buscar ajuda depois dos 70. São duas décadas de privação auditiva, o que muda o cenário das conexões neurais – é como se aparecessem lacunas que prejudicam a compreensão e afetam a plasticidade do cérebro, que fica menos “afiado”. Estudos também mostram que a progressiva perda do olfato na velhice desempenha papel semelhante, mas a boa notícia é que é possível treinar nossa capacidade de identificar cheiros e melhorar essa função.

Uma equipe multidisciplinar, reunindo pesquisadores do Instituto de Ciência de Tóquio, das universidades Bunkyo Gakuin e Hosei (situadas na capital japonesa) e da Universidade de Artes de Londres, desenvolveu um método para estimular o olfato – o que faz todo o sentido, já que, no Japão, 28.7% da população têm mais de 65 anos.

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