Cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) provaram, em um novo estudo, que o núcleo interno da Terra está desacelerando em relação à superfície do planeta. As consequências disso ainda são desconhecidas, mas pesquisadores especulam que a duração dos dias pode mudar. A pesquisa foi publicada na quarta-feira (12) na revista científica Nature.

 A rotação do núcleo interno da Terra tem sido tema de debate pela comunidade científica nas últimas décadas, com algumas pesquisas sugerindo que ela é mais rápida do que a superfície do planeta. Porém, o estudo da USC fornece novas evidências de que, na realidade, o núcleo interno está diminuindo sua velocidade de rotação desde 2010, movendo-se mais lentamente do que a superfície da Terra.

Os oceanos do planeta são como uma bateria global. Eles absorvem imensas quantidades de calor, que são liberadas lentamente em seguida.

Até agora, os nossos oceanos já absorveram mais de 90% do calor capturado na atmosfera da Terra pelo aumento das emissões de gases do efeito estufa. Mas, nos últimos tempos, esse aquecimento se acelerou vertiginosamente.

Desde o fim de março de 2023, as temperaturas da superfície dos oceanos atingem novos recordes de temperatura diariamente. E, em 47 desses dias, as temperaturas superaram os recordes anteriores pela maior margem já registrada na era dos satélites, segundo os dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia.

Em fevereiro de 2024, o mundo completou um ano com aquecimento das temperaturas do ar acima de 1,5 °C. Mas, no ano passado, algumas regiões dos oceanos atingiram níveis muito próximos do que seria esperado se o aquecimento global do ar atingisse 3 °C acima dos níveis pré-industriais.

Estas medições sugerem que o oceano está se aquecendo com maior rapidez do que o esperado.

O rápido aumento da temperatura dos mares trouxe um quebra-cabeça para os cientistas: por que o recente aquecimento dos oceanos é ainda maior do que o indicado pelos modelos climáticos?

"O salto das temperaturas do oceano no último ano é enorme", segundo a professora de impactos das mudanças climáticas Hayley Fowler, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido. "O fato de não podermos simular esses aumentos radicais e compreender o que está acontecendo é assustador."

O certo é que o aquecimento dos oceanos já causa prejuízos às pessoas e aos ecossistemas.

O CEO da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), Abrão Árabe Neto, disse à CNN que as empresas dos Estados Unidos têm interesse em aprofundar as relações econômico-comerciais com o Brasil, especialmente em temas relacionados à economia verde, a energias limpas e a tecnologia sustentável.

Abrão aponta que os Estados Unidos são o principal parceiro econômico do Brasil em termos de comércio e investimento, e isso faz aumentar cada vez mais o interesse em investir em cadeias produtivas, que vão de minerais críticos a equipamentos da área de saúde.

Do G1-  onça que havia sido resgatada na quarta-feira (21) em Terra Roxa (SP) morreu na noite de quinta-feira (24) na clínica veterinária onde estava internada em Barretos (SP). Segundo a médica veterinária Maria Ângela Panelli, o animal pode ter sido vítima de um tiro. Uma bolota de chumbo, geralmente usada em espingardas, foi retirada do bicho durante uma cirurgia.