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Do G1- Em 2015, a esposa de Gledson, Keila, morreu após o parto dos filhos gêmeos, Maria Luiza e Samuel, que nasceram prematuros e com paralisia cerebral.Diante da situação, Gledson passou a se dedicar integralmente aos filhos e protagonizou uma decisão inédita da Justiça brasileira: recebeu a licença-maternidade da esposa, por quatro meses.

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Uma onça-pintada macho, de 1 ano e meio, chegou ao Zoológico Municipal de Guaíra (SP) como parte de um programa que busca preservar a espécie por meio da reprodução em cativeiro.

Batizado de Caeté, nome de origem tupi-guarani que significa "mata densa", o animal veio do BioParque Amazônia, em Parauapebas (PA), e percorreu mais de 3 mil quilômetros até o interior paulista, em uma operação que envolveu transporte aéreo solidário e escolta da Polícia Ambiental de Barretos (SP).

A chefe do Departamento de Meio Ambiente de Guaíra, Estefane Siqueira, conta que o transporte do animal exigiu cuidados redobrados.

“Na primeira tentativa, no dia 25 de junho, ele ficou tão estressado que quebrou o fundo da caixa de transporte. Tivemos que reconstruir a estrutura e remarcar a viagem. Mesmo com toda a segurança, ele passou por transporte aéreo, terrestre e ficou horas em caixa de contenção. Isso afeta muito o humor dele. Por isso o manejo é feito com cuidado, respeitando o tempo do animal.”

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Nadador aos 92 anos, Flávio Mota é morador de Bauru (SP), e segue firme nas piscinas, impressionando pela dedicação e pelas conquistas acumuladas ao longo de décadas no esporte. O atleta já participou de diversas competições nacionais e internacionais, e é considerado um exemplo de vitalidade e inspiração para toda a família.

Veterano nas piscinas, ele coleciona histórias e medalhas. Já competiu nacionalmente e em outros países, como Panamá, Argentina, Uruguai e Colômbia: "Eu acompanhava, todo campeonato eu ia. E graças a Deus eu tomei gosto pela coisa", conta.

Mesmo com mais de 90 anos, ele segue participando de torneios sem o frio na barriga de competidores iniciantes.

“A gente não tem aquela responsabilidade de ganhar. Mas enfim, vamos aproveitar a saúde que a gente ainda tem.”, diz Flávio.

Uma das lembranças mais marcantes de Flávio, é o seu pódio no Pan-Americano que aconteceu Colômbia.

“Perdi para um americano e fiquei em segundo no Panamericano. Para mim, eu acho que foi a melhor que eu tive. Foi muito bacana.”, relata a lembrança.

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A Prefeitura de Marília decretou estado de emergência em saúde pública devido ao aumento expressivo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no município.

Segundo o decreto publicado no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira (30), dados da Vigilância Epidemiológica apontam um crescimento de 65,9% nos atendimentos por SRAG nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas entre os meses de janeiro e abril. Em janeiro, foram registrados 1.658 atendimentos nas UPAs Norte e Sul. Já em abril, o número subiu para 2.751.

A área pediátrica tem sido uma das mais impactadas. Apenas no mês de abril, mais de 1.150 crianças foram atendidas nas UPAs com sintomas respiratórios.

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As granjas de Bastos (SP), um dos maiores polos produtores de ovos do Brasil, intensificaram as medidas de biossegurança após a confirmação do primeiro caso de gripe aviária H5N1 no país, na última quinta-feira (15), em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

A orientação do Sindicato Rural é para que todas as 156 propriedades da região suspendam visitas por 15 dias e reforcem o controle sanitário.

A medida tem o objetivo de prevenir a entrada do vírus nas granjas e proteger uma produção que representa 15% do total nacional. Segundo o sindicato, 278 ovos são produzidos por segundo em Bastos, o que equivale a cerca de 24 milhões de unidades por dia.

Além da proibição de visitas, apenas funcionários podem entrar nas granjas. Outras ações implementadas são a desinfecção de veículos que acessam as propriedades, rastreabilidade de pessoas que circulam pelos aviários e instalação de telas de proteção para evitar contato das aves com animais silvestres.

Cristina Nagano, presidente do Sindicato Rural de Bastos, explicou que o investimento em biossegurança é feito desde o surgimento da doença há quase 20 anos.

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Uma estudante do curso de design de produto da Unesp de Bauru (SP) viralizou nas redes sociais ao espalhar pedras de jardim customizadas pelo campus da universidade.

Louise Rached Feral, de 21 anos, publicou o vídeo no dia 16 de abril em seus perfis no TikTok e no Instagram. Juntas, as páginas têm mais de 240 mil seguidores e 5 milhões de visualizações.

A ideia de sair por aí distribuindo pedras pintadas à mão, segundo Louise, nasceu durante uma viagem à França, país que ela frequenta com certa regularidade devido à nacionalidade francesa de seus pais, embora tenha nascido em Araraquara (SP) e viva atualmente em Bauru.

"Eu e meu primo procurávamos uma atividade legal para fazer juntos, e essa ideia das pedras caiu como uma luva. Foi superdivertido, tanto o processo de pintar quanto o de sair espalhando as pedrinhas por Paris", contou em entrevista ao g1.
Além de ilustrações coloridas, as pedras levam suas redes sociais e informações de contato. A intenção é fazer com que quem as encontre possa se conectar com ela.

"É realmente muito legal ver as pessoas entrando em contato depois, dizendo coisas como 'achei sua pedra!'", afirma.

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Há quatro anos, um fotógrafo e cientista social de Marília (SP) foi motivado pelas más condições de moradia dos moradores do Conjunto Habitacional Paulo Lúcio Nogueira, conhecido como prédios da CDHU, divulgadas pela imprensa, a quebrar um estigma da cidade: o de que aquele lugar era perigoso.

Seu objetivo era entender quem eram as pessoas que viviam ali, num local que, segundo engenheiros e perícias, corria risco de desabar a qualquer momento.

As visitas e entrevistas com os moradores resultaram em um trabalho hipermídia que começa com uma exposição de fotos, com abertura marcada para às 16h deste sábado (12), na Galeria de Artes de Marília (SP).

O projeto se desdobra ainda em publicações nas redes sociais com a história por trás de cada imagem, e culmina em um documentário que será exibido na estreia da exposição. (Saiba mais ao final da reportagem.)

Em entrevista ao g1, o fotógrafo Marcelo Sampaio, de 51 anos, com mais de duas décadas de carreira, contou que o interesse pelo local começou quando surgiram as primeiras notícias sobre as condições precárias de moradia.

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- “Federal, fala baixinho, quem tem 10 mil não envelhece no cursinho!” x “10 mil reais é o preço que se paga por não ter estudado mais!”
- “Eu sou solidário, pago seu curso e vou pagar o seu salário” x “Explode o seu cartão, na maior mensalidade, é lindo ver seu pai pagando a tua e a minha faculdade.”

Os versos acima, entoados por estudantes durante jogos universitários no Brasil, evidenciam que uma das modalidades dessas competições é… a luta de classes. Em uma disputa paralela, que frequentemente inclui ofensas preconceituosas (e até racistas) disfarçadas de “brincadeiras”, estão grupos de torcedores que, por razões financeiras, étnicas ou intelectuais, julgam-se superiores aos demais. Mandam um constante lembrete aos seus oponentes: “aqui não é seu lugar”.

 “Nos jogos jurídicos do ano passado [em Vassouras, RJ], fiquei chocada. Antes da partida, estudantes [de uma faculdade particular do Rio] jogaram notas falsas de dinheiro na quadra, para mostrar que o pai deles pode pagar uma mensalidade”, diz Thamires Soares, aluna de direito, aprovada por cotas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

“Durante muito tempo, a gente, que é pobre e preto, não acessava a universidade pública. Agora que conseguiu, precisa vivenciar isso? Reforça o sentimento de não pertencimento.”
Na mesma cidade, um ano antes, alunos de medicina da Unig cantaram os versos: “Sou playboy, não tenho culpa se seu pai é motoboy”.

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