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Um meteoro brilhante riscou o céu noturno sobre o vulcão Sakurajima, em Kagoshima, no sul do Japão, na madrugada de terça-feira (19). O fenômeno foi registrado por uma câmera de monitoramento instalada no topo de um prédio e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, chamando a atenção de moradores e entusiastas da astronomia.

As imagens mostram a bola de fogo cruzando o horizonte e iluminando a paisagem por alguns segundos. Moradores relataram que a luz intensa chegou a clarear ruas e construções próximas.

Esse tipo de meteoro, conhecido como bola de fogo (fireball), ocorre quando fragmentos espaciais entram na atmosfera terrestre em alta velocidade. O atrito provoca o aquecimento e a vaporização da rocha, resultando em um rastro luminoso que pode ser visto a grandes distâncias.

Entre setembro de 2024 e março de 2025, imagens de satélite mostraram a Antártida passando pelo seu ciclo anual de ganho e perda de gelo, mas com um agravante: o derretimento foi tão intenso que, em março, o continente registrou um dos menores níveis de gelo já observados desde o início do monitoramento por satélites, com apenas 1,98 milhão de km² de extensão.

A mudança não se resume à perda de gelo.

Estudos indicam que, desde os anos 1980, a vegetação aumentou mais de dez vezes em algumas regiões.

É pouco em termos absolutos, mas serve de alerta: o clima na região está esquentando em ritmo acelerado.

Marcus Pearce Role,The Conversation*

Muitos de nós adquirimos o hábito de escutar podcasts, áudios e outros conteúdos online em uma velocidade de reprodução mais rápida. Para os jovens, inclusive, isso é praticamente uma regra.

Uma pesquisa realizada com estudantes da Califórnia, por exemplo, revelou que 89% mudavam a velocidade de reprodução das aulas online, e já houve várias reportagens em diferentes veículos de comunicação sobre como assistir vídeos no "modo rápido" se tornou comum.

É fácil pensar nas vantagens de assistir as coisas rápido: consumir mais conteúdo em menos tempo, revisar o mesmo conteúdo várias vezes para absorver o máximo de informações.

Isso pode ser especialmente útil em um contexto educacional, liberando mais tempo para o aluno consolidar o conhecimento, fazer provas práticas etc.

Assistir vídeos no modo rápido também pode ser uma boa maneira de manter nossa atenção e interesse durante todo o vídeo, evitando que a mente se distraia.

Mas, e quanto às desvantagens?

Sobrecarga cognitiva
Quando uma pessoa é exposta a informações faladas, os pesquisadores distinguem três fases da memória: a codificação da informação, o armazenamento e, posteriormente, a recuperação.

 

Na fase de codificação, o cérebro precisa de certo tempo para processar e compreender o fluxo de palavras que recebe. É preciso extrair as palavras e recuperar seu significado contextual da memória em tempo real.

As pessoas geralmente falam a uma velocidade de cerca de 150 palavras por minuto, embora dobrar esse número para 300 ou triplicá-lo para 450 palavras por minuto ainda esteja dentro do que podemos considerar inteligível.

A questão está mais relacionada à qualidade e à durabilidade das lembranças que formamos.

As informações que recebemos são armazenadas temporariamente em um sistema de memória chamado memória de trabalho. Isso permite que fragmentos de informação sejam transformados, combinados e manipulados até atingir uma forma adequada para serem transferidos para a memória de longo prazo.

Considerando que nossa memória de trabalho tem uma capacidade limitada, se chega muita informação rápido demais, ela pode ficar sobrecarregada. Isso leva à sobrecarga cognitiva e à perda de informações.

*Dan Baumgardt -The Conversation

 O falecido e grande comediante australiano Barry Humphries (famoso por sua personagem Dame Edna) falou certa vez, com humor, sobre os benefícios da couve para a saúde.

Segundo ele, bastava um "punhado" para fornecer vitaminas, minerais e oligoelementos essenciais em quantidade suficiente para mantê-lo no banheiro por dois dias inteiros. Ao que parece, o sabor não compensava uma segunda porção.

Em um mundo em que os "superalimentos" são comercializados por sua suposta capacidade de fornecer todos os nutrientes que necessitamos, vale a pena se perguntar: quais vitaminas são realmente essenciais?

E, além da couve, quais outros alimentos nos ajudam a cobrir nossas necessidades diárias?

Vitamina A
Comecemos pela mais importante: a vitamina A.

Um homem de 60 anos precisou ser hospitalizado após desenvolver uma doença rara ao seguir orientações de dieta indicadas pelo ChatGPT.

O caso aconteceu nos Estados Unidos e foi publicado como artigo pelos médicos que o atenderam no periódico científico "Annals of Internal Medicine", na última semana.

O paciente desenvolveu bromismo, uma intoxicação por brometos. Hoje, trata-se de uma condição rara, mas que, no passado, foi responsável por diversas internações psiquiátricas, já que pode provocar alucinações.

O que houve com o paciente?
Segundo os médicos, o homem chegou ao hospital com crises de paranoia — acreditava que o vizinho estava tentando envenená-lo e que a água do filtro estava contaminada.

Inicialmente, os profissionais suspeitaram de um transtorno psiquiátrico, e ele chegou a ser encaminhado para uma ala específica.

Redescoberta somente no final do século 20, Teyuna – também chamada de Cidade Perdida – é um centro arqueológico encravado numa cadeia montanhosa isolada do restante dos Andes, mais precisamente na região de Sierra Nevada de Santa Marta, no norte da Colômbia.

O local abriga uma biodiversidade impressionante e só pode ser visitado através de uma trilha que exige bom preparo físico e a companhia de guias especializados.

A seguir, National Geographic “mergulha” na história da cidade pré-colombiana que permaneceu “escondida” por séculos e acabou ruindo com a chegada dos espanhóis ao continente.

 

Onde ficava e como era Teyuna, a cidade sagrada com séculos de existência
"A Cidade Perdida”, conhecida como Teyuna, é um sítio arqueológico da civilização Tayrona que remonta ao século 9. É um lugar sagrado de grande significado espiritual para as comunidades indígenas da região", detalha o Colombia.travel, um site administrado pela Procolombia, a organização encarregada de promover o turismo, o investimento estrangeiro e a imagem do país.

Teyuna está localizada na face norte da Serra Nevada de Santa Marta, na parte superior da bacia do rio Buritaca, a uma altitude entre 900 e 1.200 metros acima do nível do mar. “Faz parte do território ancestral dos povos Iku (Arhuaco), Kággaba (Kogui), Wiwa e Kankuamo, os povos originais que habitam a Serra há milhares de anos”, descreve o Instituto Colombiano de Antropologia e História (ICANH).

Quem acompanha os shows do cantor Nando Reis pode reparar na presença quase constante do seu filho Sebastião Reis, que também é cantor e guitarrista e divide o palco com o pai nas turnês pelo país.

Em entrevista ao g1 durante recente passagem por cidades do centro-oeste paulista, entre elas Bauru (SP) e Marília (SP), o cantor falou sobre a presença da música nas vidas de seus filhos e sobre a experiência de dividir o palco com um deles.

Neste domingo (10) é comemorado o Dia dos Pais, e, para celebrar a data, o g1 mostra essa relação de Nando com a música e os filhos. Mais do que um ofício, é parte essencial da identidade do cantor, e também da história que constrói com os filhos.

Questionado sobre como se sente ao ver os filhos trilhando carreiras musicais, o cantor fez uma reflexão sensível sobre paternidade e liberdade.

A queda nos índices de umidade relativa do ar e a escassez de chuva nesta época do ano no interior de São Paulo, principalmente na região de São José do Rio Preto, fazem com que os tutores entrem em alerta para o risco de problemas respiratórios em alguns pets.

Mudanças de hábito e acompanhamento com profissional especializado podem ajudar a amenizar esses sintomas em cães e gatos.

Cristiane Ribeiro da Silva é operadora de caixa em Rio Preto e descobriu que Thor, um cão da raça Shih Tzu, enfrentava problemas para respirar devido às crises respiratórias durante a estiagem.

"Ele foi diagnosticado recentemente e, de março para cá, teve alguns sintomas, como tosse seca, bem leve, que foi aumentando no decorrer dos meses, e a gente começou a procurar ajuda por conta disso", revela em entrevista à TV TEM.

O animal, que já tem 11 anos, foi diagnosticado com bronquiolite crônica, uma inflamação nos brônquios que compromete a respiração e exige um tratamento monitorado e contínuo.

Thor necessita constantemente de remédios e de uma bombinha para controlar as crises respiratórias. A tutora sempre agasalha o animal em dias frios.

A psicóloga norte-americana Emily Anhalt acredita que podemos – e devemos – treinar nossa mente como fazemos com o corpo. Tanto que é cofundadora da Coa, uma “academia” dedicada a desenvolver a aptidão emocional. “Hoje há menos estigma, as pessoas falam abertamente que estão enfrentando transtornos mentais, e os mais jovens não se envergonham”, afirmou em entrevista on-line. Também acaba de lançar “Flex your feelings: train your brain to develop the 7 traits of emotional fitness”, o equivalente a “Flexione os sentimentos: treine seu cérebro para desenvolver os 7 atributos da aptidão emocional”. Nesse caso, o verbo flexionar é usado como uma metáfora para “malhar os músculos” da mente.

Aqui estão os sete atributos:

Atenção plena (mindfulness): não se dispersar e saber avaliar seus sentimentos. Segundo ela, é “sentir-se confortável com o desconforto interno”.
Curiosidade: trocar a postura defensiva pela abertura para o novo e para o crescimento. “Peça feedback às pessoas, pergunte no que pode melhorar”, recomenda.
Autoconsciência: reconhecer suas forças e fraquezas emocionais, os gatilhos que o/a desestabilizam, as ideias preconcebidas (que todos temos).
Resiliência: recuperar-se diante dos fracassos e dificuldades. “Ninguém volta a ser quem era antes, mas o objetivo é trabalhar para que sejamos mais fortes dali para a frente”, explica.
Empatia: entender as emoções dos outros, colocando-se em seu lugar.
Comunicação: expressar necessidades, expectativas e limites. Anhalt destaca a importância de também ser um bom ouvinte: “as pessoas querem a presença e a empatia dos outros, e não conselhos”.
Espírito lúdico: sua definição para essa característica é “ser alguém que abraça o ‘sim’ e o ‘com’, alimentando as possibilidades e aprofundando conexões. Aproxime-se, faça perguntas para quebrar o gelo”. Para facilitar, criou uma lista com coisas como: “o que foi mais importante para você no Ensino Médio?”; “qual seria o título da sua autobiografia?”; “preferiria passar um dia com seu eu mais jovem ou mais velho?”.
Gostei especialmente dos conselhos que deu para todos os ansiosos e ansiosas, que costumam ruminar os problemas sem parar. Ela garante que sempre se vale dessas duas estratégias:

Uma das espécies mais simpáticas do reino animal está ameaçada de extinção.

Como não se apaixonar por essas pequenas criaturas que brilham no escuro? São mais de 3 mil espécies de vaga-lumes espalhadas pelo planeta. E a maioria delas está no Brasil. Só que está cada vez mais difícil encontrar algum desses besouros piscando por aí.

Segundo os cientistas, as principais causas para o desaparecimento dos vaga-lumes são o aquecimento global, os desmatamentos, os agrotóxicos e a maior incidência de luzes artificiais com o crescimento das cidades. Tudo isso contribui para a redução das populações do inseto. Nesse ritmo, num futuro próximo, só será possível avistar vaga-lumes em vídeos antigos ou com uso de inteligência artificial.

Os cientistas chamam de bioluminescência a luz que os vaga-lumes produzem. Ela é resultado de reações químicas produzidas a partir da necessidade do inseto de atrair presas, assustar predadores ou criar um clima propício para o acasalamento.

Representantes de quase 180 países se reúnem a partir desta terça-feira (5), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, para redigir o primeiro tratado mundial destinado a reduzir a poluição por plásticos — uma ameaça crescente ao planeta. O prazo para chegar a um acordo é de 10 dias.

Há três anos, esses mesmos países concordaram em desenvolver um tratado global com poder de lei para reduzir o desperdício e os produtos químicos nocivos que alguns plásticos contêm. Agora, há uma tentativa de transformar esse compromisso num documento final.

Em novembro do ano passado, as negociações em Busan, na Coreia do Sul, fracassaram. Um grupo de países produtores de petróleo bloqueou qualquer avanço.

Mais de 100 países defendem a redução global da produção de plástico e a eliminação gradual de certos produtos químicos e plásticos de uso único. Mas nações com grandes indústrias de combustíveis fósseis — como Arábia Saudita, China, Rússia e Irã — se opõem às restrições e pressionam por um tratado focado apenas na gestão e reciclagem de resíduos.

Os Estados Unidos indicaram apoio a uma versão menos ambiciosa do acordo, sem cortes na produção.

Crise global custa trilhões e afeta saúde pública
A poluição causada por resíduos plásticos é um "perigo grave, crescente e subestimado" para a saúde. O custo estimado para o mundo é de pelo menos US$ 1,5 trilhão (R$ 8,2 trilhões) por ano, segundo relatório publicado na segunda-feira (4) na revista médica The Lancet.

Na abertura da reunião, o diplomata equatoriano Luis Vayas Valdivieso, presidente dos debates, alertou os países sobre a gravidade do problema:

"A poluição por plásticos está danificando os ecossistemas, contaminando oceanos e rios, ameaçando a biodiversidade, prejudicando a saúde humana e afetando de forma injusta os mais vulneráveis. A emergência é real (...) e a responsabilidade recai sobre nós", afirmou.

Em discussão há três anos, o texto precisa ser juridicamente vinculante para os países. "Não será alcançado automaticamente", advertiu Valdivieso, ao receber delegados de mais de 600 ONGs que acompanham as negociações.

"Houve muita diplomacia desde Busan", declarou à AFP a diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen, que organiza a reunião.

"Vai ser fácil? Não. Vai ser simples? Não. É complexo? Sim. Há um caminho para chegar a um tratado? Absolutamente", declarou a diplomata, que também afirmou estar "determinada" a alcançar um acordo.

Segundo Valdivieso, "lições foram aprendidas desde Busan", e as ONGs terão acesso aos grupos de contato que discutem os pontos mais sensíveis: as substâncias químicas que devem ser proibidas e os limites máximos de produção.

Artistas e cientistas pressionam por ação
Na segunda-feira (4), cientistas e organizações não governamentais reforçaram a pressão sobre os negociadores. O médico e pesquisador Philip Landrigan, do Boston College (EUA), alertou que as pessoas mais vulneráveis — especialmente crianças — são as mais afetadas pela poluição plástica.

 Para chamar atenção dos participantes, uma instalação artística foi montada em frente à sede da ONU. Batizada de A carga do pensador, a obra reproduz a famosa estátua de Auguste Rodin envolta por um mar de resíduos plásticos. O autor, o artista e ativista canadense Benjamin Von Wong, espera que os delegados reflitam sobre "o impacto da poluição por plásticos na saúde humana".

Indústria defende uso do plástico

O setor químico também marcou presença nas discussões. O porta-voz do Conselho Americano da Indústria Química, Matthew Kastner, afirmou que o plástico é “vital para a saúde pública”, por estar presente em equipamentos médicos estéreis, máscaras cirúrgicas, tubos e embalagens que garantem higiene e segurança alimentar.

 O argumento foi criticado por representantes da sociedade civil. Graham Forbes, chefe da delegação do Greenpeace, pediu na segunda-feira "a interrupção da produção de tanto plástico para deter a crise da poluição".

Encontrado em quase tudo, desde barrinhas de proteína a energéticos, o eritritol é considerado há muito tempo uma alternativa saudável ao açúcar.

Mas, uma nova pesquisa sugere que esse adoçante amplamente utilizado pode estar comprometendo silenciosamente uma das barreiras mais importantes do nosso corpo, com possíveis consequências sérias para a saúde do coração e risco de acidente vascular cerebral (AVC).

Um estudo recente da Universidade de Colorado indica que o eritritol pode danificar células da barreira hematoencefálica — um "sistema de defesa" do cérebro responsável por impedir a entrada de substâncias nocivas enquanto permite a entrada de nutrientes essenciais.

Os resultados reforçam preocupações apontadas em estudos anteriores, que haviam observado uma relação entre o consumo de eritritol e o aumento de casos de infarto e AVC.

Nesse novo experimento, pesquisadores expuseram células da barreira hematoencefálica a níveis de eritritol semelhantes aos encontrados no sangue após o consumo de uma bebida adoçada com esse componente.

O resultado foi uma reação em cadeia de danos celulares que pode deixar o cérebro mais vulnerável à formação de coágulos sanguíneos, levando a um AVC.

Infarto e AVC

O eritritol desencadeou o que os cientistas chamam de estresse oxidativo — uma sobrecarga de moléculas altamente reativas, conhecidas como radicais livre, que danificam as células enquanto reduzem as defesas antioxidantes naturais do corpo.

 

Esse ataque duplo comprometeu a habilidade das células de funcionar normalmente e, em alguns casos, levou à morte celular.

Mas talvez o mais preocupante sejam os efeitos do eritritol sobre a capacidade dos vasos sanguíneos de regular o fluxo de sangue.

Em condições normais, os vasos funcionam como controladores de tráfego: se dilatam quando os órgãos precisam de mais sangue — durante exercícios, por exemplo — e se contraem quando a demanda de sangue diminui.

Esse equilíbrio delicado é alcançado por meio de duas moléculas importantes: o óxido nítrico, que relaxa os vasos sanguíneos, e a endotelina-1, que os contrai.

O estudo mostrou que o eritritol desregula esse sistema essencial, reduzindo a produção de óxido nítrico e aumentando os níveis de endotelina-1.

Isso faz com que os vasos sanguíneos permaneçam perigosamente contraídos, o que pode levar à falta de oxigênio e de nutrientes no cérebro.

Esse desequilíbrio é um indicador de risco para AVC isquêmico, causado por coágulos que bloqueiam o fluxo sanguíneo no cérebro.

Ainda mais alarmante, o eritritol parece sabotar a defesa natural do corpo contra coágulos.

Normalmente, quando um coágulo se forma nos vasos sanguíneos, as células liberam um composto chamado ativador do plasminogênio tecidual (tPA), que dissolve o bloqueio antes que ele cause um derrame.

Mas o adoçante inibiu esse mecanismo de proteção, permitindo que os coágulos progridam sem controle.