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O corpo humano precisa de proteínas. Elas desempenham inúmeras funções dentro das células e são essenciais para o crescimento, reparo e manutenção de músculos, ossos e pele. E, com as empresas de alimentos lançando versões ricas em proteína de uma enorme variedade de produtos — incluindo milk-shakes e barrinhas de granola, e até panquecas e pipoca — você pode ser levado a pensar que precisa adicionar mais proteína à sua dieta.

Mas nutricionistas afirmam que, se você está se alimentando o suficiente, provavelmente já está consumindo proteína em quantidade adequada.

“Adicionar proteína aos alimentos é muito benéfico — para o lucro daquela empresa”, disse Federica Amati, líder de nutrição no Imperial College London e nutricionista-chefe da empresa de ciência da saúde ZOE. “Não se baseia em saúde, não é respaldado pela ciência.”

A quantidade de proteína necessária depende da sua idade, peso e necessidades nutricionais individuais, e é especialmente importante que crianças e idosos consumam alimentos ricos em proteína. Veja o que você precisa saber sobre quanto consumir e como garantir as melhores fontes.

O corpo da cantora e compositora Angela Ro Ro será velado nesta terça-feira (9), no Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, bairro da região central da cidade, em cerimônia reservada para amigos e familiares. O velório está marcado para acontecer na capela Ecumênica I, das 13h às 16h.

Angela Ro Ro morreu na manhã desta segunda-feira (8), aos 75 anos.

Dona de uma voz inconfundível e de um estilo que misturava blues, samba-canção, bolero e rock, ela foi um dos nomes mais autênticos da música popular brasileira.

Angela estava internada desde junho no Hospital Silvestre, no Cosme Velho, Zona Sul do Rio, com uma infecção pulmonar grave. Desde então, teve uma série de complicações e chegou a passar por uma traqueostomia.

Segundo o advogado Carlos Eduardo Lyrio, recentemente ela teve uma nova infecção e, na manhã desta segunda, não resistiu. Na certidão de óbito, a causa da morte consta como infecção generalizada e pneumonia bacteriana.

Um time internacional de neurocientistas acaba de dar um passo histórico para entender como o cérebro toma decisões. Pela primeira vez, pesquisadores mapearam a atividade neural de um mamífero inteiro — no caso, de um camundongo — com resolução de célula única durante tarefas de escolha.

O trabalho, publicado na quarta-feira (3) em dois artigos na revista Nature, foi conduzido pela Universidade de Princeton em parceria com o Laboratório Internacional do Cérebro (IBL), consórcio que reúne 22 laboratórios da Europa e dos EUA.

Como foi feito o estudo
Para chegar ao resultado, os cientistas treinaram camundongos a girar pequenos volantes, movendo círculos listrados exibidos em uma tela. Se acertassem a direção, ganhavam um gole de água com açúcar.

 Enquanto os animais tomavam decisões rápidas — muitas vezes em menos de um segundo —, eletrodos de alta densidade registraram simultaneamente a atividade de centenas de neurônios em diferentes regiões cerebrais.

Quase 75% da redução das chuvas na estação seca da Amazônia desde 1985 pode ser atribuída ao desmatamento.

É isso o que aponta um novo estudo publicado nesta terça-feira (2) na revista "Nature Communications".

De forma geral, a pesquisa reforça como a derrubada da floresta tem um peso maior na diminuição das precipitações no bioma do que as mudanças globais no clima.

Ainda segundo o trabalho, assinado por cientistas brasileiros e estrangeiros, a floresta deixou de receber pelo menos 15,8 milímetros de chuva por estação seca devido ao avanço do corte raso.

 No mesmo período, a temperatura máxima na superfície do ar subiu em torno de 2 °C, sendo que 16,5% desse aumento está ligado diretamente ao desmatamento e o restante às mudanças globais no clima

Um iceberg gigante que se desprendeu da Antártida há 39 anos, na época o maior do mundo, está derretendo em águas que se tornaram mais quentes, segundo os cientistas.

No início do ano, o bloco de gelo batizado como A23a pesava cerca de 1 bilhão de toneladas e cobria quase 4.000 km², ou seja, 50% a mais que a superfície de Luxemburgo.

Mas, ao se deslocar para o norte, e portanto para regiões menos frias do Oceano Austral, grandes pedaços se desprenderam.

Seu tamanho atual é de 1.770 km², com uma largura que atinge 60 km, segundo uma análise da AFP a partir de imagens de satélite do serviço europeu Copernicus.

"Eu diria que está realmente chegando ao fim (...) Está simplesmente se deteriorando desde a base. A água está quente demais para que ele sobreviva. Está derretendo consistentemente", explicou à AFP Andrew Meijers, oceanógrafo do Instituto de Pesquisa Antártica do Reino Unido (British Antarctic Survey).

"Prevejo que isso continue nas próximas semanas, e que em algumas semanas ele será irreconhecível", acrescentou.

De setembro a dezembro, o calendário astronômico de 2025 ainda reserva uma série de eventos marcantes para quem gosta de observar o céu.

Nem todos poderão ser vistos do Brasil, mas alguns deles prometem um espetáculo à parte (e a olho nu!) para quem tiver paciência, junto com um pouco de sorte com o tempo limpo.

Já nesta semana, entre os dias 7 e 8, um eclipse lunar total vai poder ser visto por espectadores sortudos do leste da África, Ásia e Austrália.

Nesse tipo de fenômeno, a Lua adquire uma coloração avermelhada, conhecida como “lua de sangue” (entenda mais abaixo). O evento será um dos mais longos do ano, mas não poderá ser observado do Brasil.

No mapa abaixo fornecido pela Nasa, a agência espacial norte-americama, é possível ver os países que terão a oportunidade de ver o eclipse.

Os tons mais escuros, como está parte do continente americano, indicam os locais em que o eclipse não será visível. Já o cinza mais claro mostra a região onde será difícil observá-lo, visto que o fenômeno acontecerá perto do nascimento da Lua.

A diversificação da produção e o cuidado com a natureza marcam a rotina de um sítio na região de Marília (SP). Lá, a criação de peixes, o cultivo de hortaliças e um sistema agroflorestal convivem lado a lado, formando um modelo de agricultura sustentável que já começa a inspirar outras famílias da região.

A piscicultura é o investimento mais recente dos produtores. A ideia foi unir a criação de tilápias ao cultivo de alface dentro do sistema agroecológico.

“Como já precisávamos da água para irrigar as hortaliças, pensamos em usá-la também para criar peixes e gerar outra fonte de renda”, conta a produtora Sônia Maria Fernandes de Souza.

A água do tanque dos peixes é reaproveitada nas hortas. O processo reduz desperdício, diminui o impacto ambiental e fornece uma adubação natural rica em nutrientes.

Além da piscicultura, o sítio também aposta na agrofloresta. Árvores de diferentes espécies dividem espaço com verduras, legumes e frutas. Essa convivência garante maior biodiversidade, equilíbrio natural e melhora a qualidade do solo.

A empresária Perinalva Dias Paiva passou 28 dias em coma em Vitória da Conquista, no interior da Bahia. Os médicos constataram que rins e fígado haviam parado de funcionar, restando apenas o coração em atividade. Ela chegou a desfalecer em casa, ainda antes da chegada do Samu. Os sintomas começaram após sessões de soroterapia, um “soro da imunidade” rico em vitaminas, aplicado em uma clínica médica.

"Ele disse que eu estava com falta de vitaminas e que ia me passar umas vitaminas em soro", relatou Perinalva em entrevista ao Fantástico. Na época, ela havia procurado um médico para tratar sintomas como cansaço e indisposição. Foi aí que recebeu a indicação de soroterapia para dar "um up no ânimo".

Segundo a filha da empresária, Polliana Pitombo, os sintomas mais graves não demoraram a aparecer.

"O xixi foi evoluindo daquela cor de tom amarelo para o tom de Coca-Cola. Ela começou a urinar com sangramento", contou a filha da empresária. Em seguida, vieram náuseas, febre persistente dificuldade para se manter de pé. Segundo o relato Perinalva, suas pernas deixaram de responder, sinal de que o corpo estava em colapso.

"Estava intoxicada com a soroterapia", afirmou Perinalva, que precisou ser socorrida. "A cardiologista disse que o único órgão que estava funcionando ainda era meu coração."
Durante a internação, nefrologistas, hematologistas e endocrinologistas se uniram para tratar a intoxicação por excesso de vitamina D. O diagnóstico foi de hipervitaminose, uma condição em que o organismo acumula vitaminas em níveis muito acima do necessário, provocando lesões graves em órgãos vitais.

“Hipervitaminose é uma condição em que o organismo ele recebe uma quantidade de vitaminas acima da sua necessidade, e essa vitamina vai se acumulando e ela pode gerar lesões em órgãos e sistemas", explica Raymundo Paraná, gastro-hepatologista e pesquisador da UFBA.

Hidratantes, máscaras, esfoliantes e séruns são alguns dos produtos essenciais no “skincare”, principalmente das mulheres. Mas essa rotina de cuidados não faz parte só do “mundo humano”. Os pets também precisam cuidar da pele.

Pensando nisso, um médico veterinário de Presidente Prudente (SP) resolveu reforçar as orientações por meio das redes sociais — iniciativa que tem contribuído para a qualidade de vida dos nossos amigos de quatro patas.

Conforme o dermatologista veterinário Luís Felipe da Costa Zulim, cães e gatos também estão sujeitos a dermatites e alergias, seja por fatores sazonais ou externos. Segundo o especialista, as doenças de pele mais comuns são aquelas relacionadas a alergias.

“A dermatite atópica é muito comum em cães que estão em alta, como Shih-tzu, Buldogue Francês e Golden Retriever”, contou ao g1.

Essas dermatopatias, ou doenças de pele, acabam sendo mais frequentes por conta da variedade de raças e suas particularidades — como tipos de pelagem (longa, média, curta), peles mais ressecadas ou mais oleosas.

“[As dermatites e doenças de pele] causam desconforto, porque o animal não tem a proteção adequada na pele e tem bastante inflamação e coceira. Então, os cuidados de skincare auxiliam higienizando e hidratando e, consequentemente, proporcionando conforto ao animal”, explicou Zulim.

Geraldo Azevedo já se apresentou duas vezes no Rock in Rio (em 2017, com O Grande Encontro; e em 2024, quando foi escalado para substituir Hermeto Pascoal). Agora, em 2025, se prepara para fazer sua estreia no The Town, festival criado pelos mesmos organizadores do Rock in Rio.

A segunda edição do evento acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro de 2025, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Geraldo se apresenta no domingo, 14 de setembro, último dia de evento. Ele fecha o Palco Factory com um show no qual convida a cantora Juliana Linhares.

Em entrevista ao g1, o cantor e compositor afirmou que vai levar ao palco do The Town toda a "energia que a gente tem com a música que vem do Nordeste e que abrange o mundo inteiro."

"O The Town tem uma diversidade fantástica que a gente pode colocar a nossa verve e toda nossa diversidade também", afirmou Geraldo, antes de subir ao palco do Espaço Unimed, em São Paulo, onde apresentou mais uma edição do show O Grande Encontro, junto com Elba Ramalho e Alceu Valença.

O cantor afirmou que está muito honrado em participar do festival e que vai colocar o "Nordeste pra efervescer dentro dessa festa maravilhosa".

"Eu sou um compositor que tenho minha raiz toda no Nordeste, mas o mundo todo me influencia também. De forma que estou ligado ao reggae, ao rock, essa coisa toda... E eu considero o nosso frevo o maior rock do Brasil, uma música de muita energia."

"E o xote, o xaxado, o baião e o galope, são músicas que botam esse povo brasileiro para dançar."

Cerca de 250 alunos participaram, nesta terça-feira (20), de um mutirão de limpeza na orla de Icoaraci, em Belém. A iniciativa integrou o programa “Meu Futuro, Minha Voz – Missão Dia Mundial da Limpeza” e marcou o lançamento da campanha global que mobiliza escolas e instituições em mais de 190 países.

O projeto busca sensibilizar estudantes e comunidade sobre a importância do descarte correto dos resíduos e da reciclagem, tema central nas discussões ambientais que ganham ainda mais destaque em 2025, ano em que Belém recebe a COP30.

Participaram da atividade alunos do ensino fundamental II e do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Integral Bilíngue Mestra Idalina Rodrigues Pereira, que se dividiram em grupos para recolher lixo ao longo da orla.

Já as turmas do fundamental I prepararam cartas ilustradas com mensagens de conscientização, distribuídas à população e comerciantes.

A ação foi promovida em parceria entre o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a Prefeitura de Belém, via Secretarias de Zeladoria e Conservação Urbana (Sezel) e de Meio Ambiente (Semma), além do Instituto Limpa Brasil e outras instituições locais.

O dia amanhece gelado. Você hesita em sair da cama, uma, duas vezes. Toma coragem, levanta, pega alguma coisa para comer e, mesmo atrasado, vai para a academia. O resultado é quase certo: treino fofo. Mas melhor feito do que perfeito, não é?

Os especialistas dizem que não é bem assim. Antes de mais nada, é preciso entender, de forma mais técnica, o que é treinar fofo?

O treino fofo acontece quando a intensidade ou o volume do treino está abaixo do que seria necessário para gerar adaptações no corpo. Ou seja, quando o estímulo não é suficiente para provocar ganho de força, resistência, melhora do condicionamento ou outras mudanças desejadas.

"É como regar uma planta com pouquinha água: mantém viva, mas não cresce", compara Liu Chiao Yi, professora do curso de Fisioterapia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A curto prazo, essa estratégia pode até funcionar, inclusive sendo benéfica para a criação de um hábito. Mas, a longo prazo, faz com que não se alcance os resultados que deseja, contribuindo para que a pessoa fique ainda mais desestimulada. (entenda mais abaixo)

Criação de hábito x estagnação

Que todo mundo treina fofo em algum momento, é praticamente fato. Acontece em dias que você se sente sobrecarregado por outras atividades, cansado, quando o tempo está curto e até por falta de orientação adequada de um profissional.

E, segundo alguns especialistas, insistir em ir à academia mesmo sem muita vontade pode ajudar na consolidação do hábito.