A vacinação em massa contra a Covid-19 que será realizada em Botucatu (SP) tem o objetivo de avaliar o impacto da imunização com as doses da vacina Oxford/Astrazeneca, distribuída no Brasil pela Fiocruz, na rotina de vida dos moradores, incluído a eficácia contra novas cepas do vírus.

O infectologista e professor da Unesp de Botucatu, Carlos Magno Fortaleza, que coordenará esse estudo do Ministério da Saúde na cidade explica que a pesquisa difere dos ensaios clínicos que foram realizados antes do uso da vacina exatamente por avaliar como a imunização age na “vida real”.

Quase 195 mil brasileiros morreram de Covid-19 somente em 2021, número que supera o total registrado em todo o ano passado. Para o infectologista do Instituto Emílio Ribas, Jamal Suleiman, a fadiga da população depois de 1 ano de pandemia não pode superar os cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus.

"A vacina parece ser uma miragem para a gente. A estratégia que temos é manter o distanciamento entre pessoas e usar as máscaras. 1 ano e 3 meses depois do início da pandemia, é fundamental que todos nós possamos ter isso como estratégia de sobrevivência até que a gente possa assumir o que chamamos de normalidade", disse, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (26).

Uma das frutas típicas do outono, o caqui merece ter um destaque especial. Fruta avermelhada e com aparência bem similar ao tomate (tanto que alguns o chamam de 'tomate doce'), ele também garante muitas vantagens ao nosso organismo,

"O caqui é uma fruta rica em vitaminas A, B1, B2. Além disso, possui cálcio, ferro, proteínas, fibras alimentares, minerais e antioxidantes que fortalecem o sistema imunológico e ainda tem baixa caloria (80 kcal por 100g), sendo livre de gordura, colesterol e sódio. Com esse escopo, pode-se afirmar que o caqui é uma excelente fruta para integrar uma alimentação saudável", conta Denise Baldan, nutricionista da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Um histórico de atividade física consistente está fortemente associado a um risco reduzido de Covid-19 grave, de acordo com um novo estudo divulgado nesta semana. O trabalho da organização sem fins lucrativos Kaiser Permanente, publicado no British Journal of Sports Medicine, analisou quase 50 mil adultos com Covid-19.

Os resultados mostraram que aqueles que atingiram a meta das diretrizes de atividade física do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos - de pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada ou vigorosa - apresentaram incidências significativamente menores de hospitalização, admissão em UTI e morte devido à Covid-19.

Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 1,5 milhão de pessoas perderam a janela máxima para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Mesmo assim, a recomendação de especialistas é terminar o ciclo da imunização.

A recomendação de especialistas é que as pessoas que não ainda não receberam a segunda dose compareçam a uma unidade de saúde para completarem a imunização, mesmo com atraso.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (14) a ampliação da campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado para o grupo de pessoas com idades entre 60 e 64 anos. A nova etapa do Programa Estadual de Imunização (PEI) será realizada em duas datas de atendimento aos idosos.

No dia 29 de abril, a campanha começa a vacinar pessoas de 63 e 64 anos. A partir do dia 6 de maio é a vez dos idosos com idades entre 60 e 62 anos tomarem a primeira dose da vacina. O governo do estado estima que mais de 2,4 milhões de pessoas serão vacinadas nesta nova fase do programa.

Em meio às restrições para combater o novo coronavírus, o estado de São Paulo registra queda de 17,5% nas internações em duas semanas. É a primeira vez desde 20 de março que o estado contabiliza menos de 12 mil hospitalizações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pela doença.

No momento, São Paulo tem um total de 25.700 pessoas hospitalizadas pela Covid-19: 13.726 pacientes estão em leitos de enfermaria, enquanto 11.974 seguem o tratamento em UTI.

Ao mesmo tempo em que o Brasil enfrenta o momento mais mortal da pandemia sem um plano nacional para conter o avanço do coronavírus, governos locais vêm tomando suas próprias ações para lidar com a covid-19 e suas variantes.

Mas isso nem sempre acontece de forma coordenada.

Enquanto o governo estadual de São Paulo impôs uma série de restrições, dois municípios chamam atenção por posturas opostas contra a pandemia. Bauru e Araraquara estão separadas por cerca de 100 km.

De um lado, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, decretou um rigoroso lockdown em fevereiro, depois de um aumento brusco em números de casos e ocupação de leitos de UTI. O município suspendeu todos os serviços que não têm relação direta com a área da saúde, incluindo transporte público e supermercados — que só podiam funcionar pelo sistema de delivery.

Já em Bauru, a prefeita Suéllen Rosim impôs restrições mais leves. Ela defende a abertura de lojas e tem declarado que lockdown não funciona. No Instagram, Rosim publicou vídeo de uma carreata que, em suas palavras, pedia a "abertura responsável do comércio local". Em outra publicação em que aparece cantando em uma igreja, em fevereiro, a prefeita disse que "tudo deveria ser considerado essencial em quase um ano de pandemia".

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um projeto que faz a projeção futura de casos, mortes e internações por Covid-19.

Batizado de “Acompanhamento de curvas de casos, mortes e internações por Covid-19: modelagem matemática, projeção futura e previsão de cenários”, a pesquisa conta com a participação de três docentes e um pós-doutorando da UFSCar e um professor da USP.

Ian Haydon foi voluntário nos testes da vacina da Moderna contra o coronavírus no ano passado. Agora, ele está ajudando a testar uma nova versão da vacina, projetada para combater uma variante mais contagiosa.

"Um ano atrás eu participei dos testes da vacina da Moderna para ver se ela era segura. Agora, quando completei um ano desde a vacinação, estou feliz em compartilhar que eu acabei de receber a segunda dose. Este experimento vai mostrar se as vacinas adaptadas às novas cepas aumentam a imunidade e são seguras", escreveu Haydon, que é especializado em comunicação na Universidade de Washington, em sua conta no Twitter no último sábado (3).