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Um histórico de atividade física consistente está fortemente associado a um risco reduzido de Covid-19 grave, de acordo com um novo estudo divulgado nesta semana. O trabalho da organização sem fins lucrativos Kaiser Permanente, publicado no British Journal of Sports Medicine, analisou quase 50 mil adultos com Covid-19.

Os resultados mostraram que aqueles que atingiram a meta das diretrizes de atividade física do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos - de pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada ou vigorosa - apresentaram incidências significativamente menores de hospitalização, admissão em UTI e morte devido à Covid-19.

Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 1,5 milhão de pessoas perderam a janela máxima para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Mesmo assim, a recomendação de especialistas é terminar o ciclo da imunização.

A recomendação de especialistas é que as pessoas que não ainda não receberam a segunda dose compareçam a uma unidade de saúde para completarem a imunização, mesmo com atraso.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (14) a ampliação da campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado para o grupo de pessoas com idades entre 60 e 64 anos. A nova etapa do Programa Estadual de Imunização (PEI) será realizada em duas datas de atendimento aos idosos.

No dia 29 de abril, a campanha começa a vacinar pessoas de 63 e 64 anos. A partir do dia 6 de maio é a vez dos idosos com idades entre 60 e 62 anos tomarem a primeira dose da vacina. O governo do estado estima que mais de 2,4 milhões de pessoas serão vacinadas nesta nova fase do programa.

O ator Paulo Gustavo completou nesta terça-feira, um mês de internação por causa da Covid-19. O humorista continua em estado crítico e intubado na UTI de um hospital na Zona Sul do Rio de Janeiro. Durante este período, o quadro clínico de Paulo apresentou altos e baixos.

A hospitalização de Paulo Gustavo foi divulgada por sua assessoria de imprensa no dia 15 de março e pegou os fãs de surpresa. Dois dias antes, ele compartilhou uma mensagem de feliz aniversário para o marido nas redes sociais, sem mencionar qualquer problema de saúde.

Em meio às restrições para combater o novo coronavírus, o estado de São Paulo registra queda de 17,5% nas internações em duas semanas. É a primeira vez desde 20 de março que o estado contabiliza menos de 12 mil hospitalizações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pela doença.

No momento, São Paulo tem um total de 25.700 pessoas hospitalizadas pela Covid-19: 13.726 pacientes estão em leitos de enfermaria, enquanto 11.974 seguem o tratamento em UTI.

Ao mesmo tempo em que o Brasil enfrenta o momento mais mortal da pandemia sem um plano nacional para conter o avanço do coronavírus, governos locais vêm tomando suas próprias ações para lidar com a covid-19 e suas variantes.

Mas isso nem sempre acontece de forma coordenada.

Enquanto o governo estadual de São Paulo impôs uma série de restrições, dois municípios chamam atenção por posturas opostas contra a pandemia. Bauru e Araraquara estão separadas por cerca de 100 km.

De um lado, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, decretou um rigoroso lockdown em fevereiro, depois de um aumento brusco em números de casos e ocupação de leitos de UTI. O município suspendeu todos os serviços que não têm relação direta com a área da saúde, incluindo transporte público e supermercados — que só podiam funcionar pelo sistema de delivery.

Já em Bauru, a prefeita Suéllen Rosim impôs restrições mais leves. Ela defende a abertura de lojas e tem declarado que lockdown não funciona. No Instagram, Rosim publicou vídeo de uma carreata que, em suas palavras, pedia a "abertura responsável do comércio local". Em outra publicação em que aparece cantando em uma igreja, em fevereiro, a prefeita disse que "tudo deveria ser considerado essencial em quase um ano de pandemia".

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um projeto que faz a projeção futura de casos, mortes e internações por Covid-19.

Batizado de “Acompanhamento de curvas de casos, mortes e internações por Covid-19: modelagem matemática, projeção futura e previsão de cenários”, a pesquisa conta com a participação de três docentes e um pós-doutorando da UFSCar e um professor da USP.

Imagine um mundo assolado por uma pandemia altamente transmissível. A orientação básica é para que as pessoas não se aglomerem, fiquem em casa na medida do possível e evitem ao máximo qualquer evento público. Em uma determinada localidade, contudo, um bispo insiste: contra o mal, é hora de reforçar as preces. Não em casa, mas nas igrejas. Com novenas, procissões e toda a sorte de devoções.

Ian Haydon foi voluntário nos testes da vacina da Moderna contra o coronavírus no ano passado. Agora, ele está ajudando a testar uma nova versão da vacina, projetada para combater uma variante mais contagiosa.

"Um ano atrás eu participei dos testes da vacina da Moderna para ver se ela era segura. Agora, quando completei um ano desde a vacinação, estou feliz em compartilhar que eu acabei de receber a segunda dose. Este experimento vai mostrar se as vacinas adaptadas às novas cepas aumentam a imunidade e são seguras", escreveu Haydon, que é especializado em comunicação na Universidade de Washington, em sua conta no Twitter no último sábado (3).